MARIA CECÍLIA Levo um tempo ate conseguir levantar da cama, meu queixo ainda lateja do aperto das mãos enormes de Danilo e eu choro, choro de raiva e de revolta, caminho até a porta a encontrando trancada. _ ABRAM A PORTA, ESTOU TRANCADA! Grito chutando e esmurrando a porta. Quando acordei tinhas muitos planos e um deles era de tomar café da manhã com minha mãe, eu não a vejo desde o fatídico dia que levei o Raul a sua casa com o intuito de ensiná-lo matemática e Danilo chegou no fim do dia e entendeu tudo errado insinuando que éramos amantes, desde então eu não posso mais sair de casa, não aceito isso. Quando cheguei na portaria, os seguranças que me conhecem muito bem, não me deixaram passar: _ desculpe Cecília, só estamos cumprindo ordens! Furiosa fui até o Danilo e o encontrei

