Rodrigo estacionou seu carro com um movimento fluido e preciso, os pneus m*l fazendo som sobre o asfalto. Ele vestia seu terno habitual, impecável como sempre, e seus sapatos brilhavam ao sol da manhã. Ao sair do veículo, ajeitou a gravata com um gesto automático, enquanto seus olhos varriam o ambiente do hospital. Ele não era o tipo de homem que deixava detalhes passarem despercebidos. Foi então que o avistou. Getúlio Di’Angelo, o patriarca da família mais poderosa que Rodrigo conhecia, estava parado perto da saída do hospital, sua bengala reluzente e sua postura levemente curvada traindo o disfarce de um homem idoso e frágil. Mas Rodrigo, sendo um jogador no mundo das elites e das sombras, sabia muito bem quem era aquele homem. Ele já o tinha visto antes, em eventos discretos, sempre c

