Isabela deixou o celular cair sobre o colchão assim que clicou em “enviar”. A mensagem ao advogado ainda reverberava em sua mente como um sussurro de coragem — e também de desespero. O corpo tremia. O peito pesava. Pela primeira vez em anos, ela havia se mexido contra Alex. E isso a aterrorizava. O som da campainha a fez sobressaltar. — Isa? — chamou a voz inconfundível de Cacau. — Sou eu. Por favor, abre. Ela respirou fundo antes de destrancar a porta. Quando abriu, deparou-se com a amiga segurando duas sacolas e o olhar carregado de preocupação. — Vim. E nem tenta me mandar embora. Isabela sorriu de canto. — Eu sabia que você viria. — E eu sabia que você não ia comer nada, então trouxe pão de queijo e chá gelado — disse Cacau, entrando como se já morasse ali. — Além disso, eu fiqu

