O gabinete do senador Augusto Gibson estava em ebulição. Entre assessores apressados e ligações ininterruptas, ele se mantinha de pé, com as mãos espalmadas sobre a mesa de reuniões, os olhos ardendo de fúria e a respiração pesada. Diante dele, pastas abertas com dossiês, prints de manchetes, trechos de investigações e imagens impressas da fachada da Guardian. — Eu quero uma força-tarefa exclusiva! — vociferou, batendo a mão na madeira maciça da mesa. — Isso aqui não é uma empresa de segurança. É um bunker! Um centro de corrupção, blindagem digital e... vingança pessoal! Um de seus assessores se aproximou, hesitante: — Já temos contato com dois delegados federais. A imprensa está cooperando. Mas precisamos de algo mais direto... — Então vazem os trechos certos. Alimente a narrativa. A p

