Isabelly Narrando Quando eu acordei naquele dia, demorou alguns segundos até lembrar onde eu estava. Não tinha barulho de moto. Não tinha grito na rua. Não tinha sirene, nem gente passando perto da janela. Só o som do vento batendo nas árvores... e o chorinho baixinho do meu filho pedindo colo. A casa ainda parecia coisa de filme para mim. Era grande, clara, com janelas enormes e um quintal que parecia mais um sítio do que uma casa de condomínio. As outras casas ficavam longe, escondidas entre árvores e cercas verdes. Cada uma no seu canto, como se o mundo tivesse decidido dar espaço para todo mundo respirar. O Rodrigo já estava de pé quando eu levantei. Ele estava na cozinha, balançando o neném no colo com aquele jeito sério que ele tinha até para fazer carinho. Rodrigo: Bom dia
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