— vai veste isso — Josefa fala me estendo, o short curto de lavagem escura com um desfiado indecente, reviro os olhos e n**o com um gesto negativo de cabeça.
— vamos eu não vou andar com você assim! — suspiro fundo, não entendo qual e o problema com minha aparência, meus cabelos longos estão amarrados no alto da cabeça. Minha (calça) jeans de lavagem clara embora meio desbotada ainda e descente, estou usando um blusão da chanel, quer dizer a chanel da feira preta com o nome em Rosa néon.
— ok ok nos vamos arrumar você hoje! — Lúcia afirma nas pontas dos dedos.- vamos começar lavando esse cabelo seboso
— sem esculacho — digo e minha amiga bufa ela conseguia ser fofa ate quando me insultava, graças a sua baixa estrutura ela tinha 1,54 era minúscula em comparação a min que tinha 1,65,no começo era desconfortável ficar do lado de alguém tao pequeno, me fazia sentir deslocada e enorme. Motivo esse por qual eu a evitei no nosso primeiro semestre, mais ela tinha me conquistado. E com isso ela me obrigava a tolerar as outras duas.
joseja era o retrato da garota de Ipanema uma jovem n***a de pele retinta, quadris largos e cintura fina.
Ela ostentava o cabelo black power de maneira que ninguém mais poderia, e não se acuava nem com as piadas racistas ou olhar de nojo de algumas garotas, por mais que eu não gostasse da maneira que ela agia comigo, eu a respeitava e muito por isso.
A outra embora mais reservada ainda sim, combinava — Mós como um trio eu a loira azeda,lucia era pequena e tinha cabelos castanhos, e .... tinha descendência asiática oque fazia dela a mais exótica e nosso grupo e a mais esnobe também.
— vamos escova esse cabelo, mais precisa lavar ele primeiro e vamos maquiar você! — assinto não querendo discorda delas, seria horrível ter que voltar para casa agora! E encarar minha tia.
— e as unhas também rebecca você alguma vez foi a uma manicure?
— sem esculacho lembra — sou empurrada por Lúcia ate o banheiro de seu quarto, onde Josefa me espera com uma pinça na mão.
— oque agora? — vos fero enquanto ela me encara medonhamente.
— já fez a sobrancelha?
Reviro os olhos e vou ate o box e retiro as roupas.
— owww olha essa b***a — lúcia solta um gritinho.
— pois eu não acreditaria que ela, existisse ate vela e beca seus s***s são incríveis — me encolho constrangida,foi a mesma coisa que Raul disse sobre meu corpo no dia que tentou enfiar as mãos em min.
— você e linda beca — ele tinha sussurrado em meu ouvido enquanto me matia, presa debaixo de seu corpo suado — aposto que você e virgem deve ser uma delícia de tao apertada — ele dizia enquanto tampava minha boca…
— beca — pisco desorientada — o chuveiro amiga liga o chuveiro — assinto e giro a maçaneta, deixando que água escorra, pelo meu corpo as lágrimas escorrem junto com a água.
Eu avia me sentido insegura desde então,eu avia criado 7 regras, sete regras para não ser estuprada. Respiro fundo.
Número 1 não use roupas chamativas.
Número 2 evite contato visual.
— sabonete — josefa diz do meu lado me sobressalto ao ver ela nua, evito descer os olhos para seus s***s redondos.
— oque foi somos mulheres não e nada de mais e como tomar banho com a mãe — assinto (ela tomava banho com a mãe?)
— claro — resmungo fingindo costume
— lava minhas costas — ela pede com um beicinho, seguro o sabão tremula, meu deus isso tem como ficar mais constrangedor, passo o sabão por todo ombro e coluna.
— esfrega — ela murmura olho em Pânico pro lado enquanto Lúcia coloca todas as suas maquiagens na frente do espelho.
— jaja eu vou meninas — ela anuncia me deixando mais nervosa ainda,
— eu já terminei! — gaguejo.
— não, não você nem lavou o cabelo vira — cedo com um resmungo sofrido enquanto seus dedos entram no meu colo cabeludo — você num shortinho vai fazer um estrago.
Eu não ligava, nem para maquiagem, nem para nada eu estava, mais preocupada com meu futuro, do que o salto alto que eu calçava.
— sim, — respondo monotamente após um tempo para evitar o silêncio constrangedor, assim eu teria pelo menos que focar em algo a não ser que avia ,uma mulher nua lavando meu cabelo.
— eu vou te deixar parecendo uma barbi de tao linda não vai ter um garoto que não vai te olhar naquele baile!
— porquê?
— porque oque?
— por que isso importa?
— por que você parece infeliz — ela puxa meu cabelo delicadamente, para que eu me vire em sua direção.
— não estou! — minto com um doce sorriso estampado em meu rosto.