«Nina... Giulia... Barbara...», soletrou os nomes, um após o outro. «Podeis ser salvas por este tribunal sagrado. É suficiente fazerem as pazes e reconheçam a vossa culpa. Mas, acima de tudo, confessem quem vos levou à tentação, quem vos induziu a participar do rito blasfemo de ontem à noite. Digam: foram Alberto e Ornella, verdade?» As meninas baixaram a cabeça, Barbara acenou com a cabeça como se dissesse que sim. «Vejo que se arrependem, mas isso não basta. Este tribunal tem de ouvir as vossas palavras e o notário tem de as registar. E então? Não querem ser condenadas como bruxas, pois não?» «Sim, é como diz, padre», apressou-se Barbara a declarar. «Nós não temos culpa. Desde que fizemos doze anos, esta gente obrigou-nos a participar dos seus rituais, e os nossos pais concordaram em

