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1716 Palavras

Dylan     As vezes passamos muito tempo ancorado no mar dos desapegados, reféns do vazio que alguém nos deixou. Dos planos m*l pensados, das expectativas frustradas, do Adeus sem explicação, sem manual de resgate. Quando você se ver no fundo do poço, algumas vezes aquilo se torna seu lar.      Me lembro da primeira vez que sentir algo afetivamente por alguém: Margô Fenning, a primeira. Eu era mais jovem e ela mais velha. Me ensinou sobre o amor e a doçura da vida. Um ano juntos e ela presenciou o fundo do poço que estive por tempo suficiente, mas, embora, eu desejasse fazer tudo por ela, eu não fiz. A deixei ir cedo de mais. As vezes acredito, que em algum momento eu realmente à amei, mas era um começo de tudo, que acabou e daquele momento, presenciei ela indo embora, construindo sua car

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