Os primeiro dias foram bem estranhos, senti muito a falta do Guilherme, principalmente pela manhã, pois já havia me acostumado com ele acariciando os meus cabelos e me acordando para mais um dia. Diversas vezes me peguei pensando em aceitar dar o grande passo do noivado, mas isso não seria justo nem comigo e nem com ele, pois seria apenas pela saudade e costume, e não pela vontade ou pelo sentimento. E fazendo como vem sendo nesses sete anos morando na Itália, permaneço cada vez mais ocupada na empresa. Não pelo trabalho em si, mas para ter a mente ocupada com coisas que realmente importam, ao menos assim não tenho tempo de pensar nos meus descontentamentos. Com um sumiço do meu pai, preciso resolver todos os compromissos da UnaVitta pela manhã, antes de assumir a responsabilidade de

