Capítulo 15

1227 Palavras
Hoje fazia uma semana que eu estava aqui na casa do meu sogro, e como promete a ele, me levanto e vou para o banheiro onde faço minha higiene Matinal e depois de arrumado pego minha BMW e dou partida para o banco da cidade e chegando lá estaciono o carro e desço. Entro no banco e me aproximo do balcão, e a funcionária sorriu para mim. — Bom dia! Como posso ajudar hoje? — Bom dia, eu vim aqui para liquidar a dívida de Joaquim Martins — Certo qual o valor — 100 mil reais _ Um instante por favor.— a funcionária fala com os olhos brilhando em surpresa.— Só um segundo vou averiguar a papelada — tudo bem.— Ela digitou rapidamente no computador, confirmando os valores e depois ela me entrega um papel onde eu assino, faço um cheque para ela que sorri em agradecimento e a hipoteca da casa também foi devolvida, eu me sinto muito feliz por isso. — Parabéns, Senhor Lucas. Sua responsabilidade é admirável. — Só fiz o que era pra ser feito, com licença.— Saiu do banco, sentindo um misto de satisfação e liberdade. Pego meu carro e volto para a casa de seu Joaquim onde falo pra ele que já paguei a dívida e entrego os papéis com o comprovante para ele. — Lucas, não tenho palavras para agradecer. Você é incrível Lucas sorriu ao responder.— É bom poder ajudar, você só precisa orar por mim. — Pode deixar que irei fazer isso com certeza. (...) No dia seguinte, enquanto caminhava pelos campos da fazenda, meu pensamento estava mais uma vez com Maria. Decidi fazer uma surpresa e preparar algo especial para ela. Passei a tarde organizando um piquenique à sombra de uma árvore antiga. Colhi flores silvestres para enfeitar a toalha e preparei alguns pratos que aprendi com Hector. Queria compartilhar não apenas a minha nova vida, mas também esses momentos simples e significativos. Ao entardecer, convidei Maria para o piquenique. Sua surpresa e alegria ao ver o cenário que preparei tornaram todo o esforço recompensador. — Lucas, isso é incrível! Não consigo acreditar que você fez tudo isso,— ela exclamou, olhando ao redor, encantada. — Você merece isso e muito mais.— Digo para ela e passamos a tarde rindo, conversando e desfrutando da comida deliciosa. O sol se pôs lentamente, tingindo o céu com tons suaves de rosa e laranja. Em meio à tranquilidade do campo, nossas conversas se aprofundaram, fortalecendo ainda mais o vínculo que tínhamos. — Maria, esses últimos dias têm sido especiais por muitos motivos, mas principalmente por tê-la ao meu lado.— confessei, segurando sua mão suavemente. Ela sorriu, expressando a felicidade que sentia. O piquenique sob as estrelas se tornou um capítulo marcante em nossa história. — Eu digo o mesmo meu amor A noite estava tranquila no parque, as luzes suaves dos postes iluminavam o caminho. Maria e eu caminhávamos juntos, o silêncio era confortável, mas eu sentia a ansiedade pulsar em mim. Encontramos um banco sob uma árvore, e decidi que era o momento certo. — Maria.— comecei, sentindo o coração bater mais rápido. _ Oi. — Há algo que eu gostaria de compartilhar contigo. Ela virou para mim com um sorriso curioso. — Diga Lucas. Estou ouvindo. Respirei fundo e olhei nos olhos dela. — Sabe desde o momento em que nos conhecemos, minha vida ganhou um brilho diferente. Sua presença é como uma luz constante que ilumina meus dias. Os olhos dela brilhavam, e eu sabia que estava no caminho certo. Continuei, — Quero dividir meus dias, meus risos e meus sonhos contigo, Maria. E, bem, não quero mais apenas ser seu namorado. Hesitei por um segundo, mas meu desejo superou qualquer dúvida. Tirei uma pequena caixa do bolso e abri, revelando um anel delicado. — Maria, você aceita se casar comigo? O olhar dela misturava surpresa e alegria. As palavras pareciam ecoar no silêncio do parque até que ela finalmente respondeu. — Lucas, eu... Eu adoraria ser sua esposa. Um sorriso radiante tomou conta do meu rosto enquanto deslizava o anel no dedo dela. Ali, sob a lua suave e as estrelas cintilantes, selamos um grande passo que vamos dar em nossa vida, eu estava muito feliz por poder tê-la em meus braços completamente. Chego em casa muito feliz, e conto para meus pais do pedido de casamento que Lucas fez para mim, subo para o meu quarto e ligo para Lorrane que atende no segundo toque. — Oi amiga — Lorrane eu nem te conto o que aconteceu comigo hoje?— falo alegre e Lorrane já ficou curiosa pra saber o que foi _ Ah você vai me contar sim, porque não mandei você ligar pra mim _ Tudo bem, o Lucas me levou para passear no parque hoje e adivinha.— Sou uma pausa — Ele me pediu em namoro.— digo contente e ele grita do outro lado da linha e eu sorri com sua empolgação — Meu parabéns amiga, tenho certeza que será um casamento lindo — Eu também, não vejo a hora de acontecer — Você já marcou a data? — Ainda não, mais com certeza não vai demorar muito — Isso é bom. — Após a ligação emocionante, desliguei o telefone com um sorriso que não queria deixar meu rosto. Dirigi-me ao banheiro, onde a ansiedade misturava-se com a felicidade. O som da água do chuveiro ecoava enquanto eu refletia sobre o momento especial que acabara de acontecer. O calor reconfortante da água relaxava meus músculos, e eu me permitia reviver cada palavra, cada expressão. Ao sair do banho, envolta em uma toalha felpuda, o espelho refletia um brilho nos meus olhos que eu m*l conseguia conter. Escolhi uma roupa confortável, mas ao mesmo tempo especial, afinal, o jantar seria compartilhado com minha amada família. O cheiro convidativo da comida caseira já preenchia a casa quando desci as escadas. Ao entrar na sala de jantar, meus pais perceberam imediatamente a felicidade estampada no meu rosto. O jantar foi bem tranquilo e logo depois voltei para meu quarto onde dormi logo em seguida. (...) No dia seguinte, a excitação continuava pulsando em meu peito enquanto eu e minha mãe nos dirigíamos à papelaria local para escolher os convites do casamento. O sol brilhava no céu, ecoando o meu estado de espírito ensolarado. Ao chegarmos à loja, éramos recebidas por uma variedade de opções de convites, cada um contando sua própria história. Juntas, folheamos álbuns e discutimos ideias sobre o design perfeito que refletisse a nossa alegria. Depois de decidir sobre os convites, mamãe sugeriu irmos ao cartório para oficializar a data do casamento. O caminho até lá foi repleto de conversas animadas sobre os detalhes da cerimônia e a lista de convidados. Chegando ao cartório, a formalidade do lugar contrastava com a atmosfera animada que nos envolvia. Ao marcar a data para daqui a três meses, senti uma mistura de ansiedade e antecipação. O funcionário do cartório, com um sorriso cordial, explicou os próximos passos. Saí de lá com um papel que oficializava o momento em que começaríamos a contagem regressiva para o dia mais importante das nossas vidas. O retorno para casa foi permeado por planos, sonhos e a alegria palpável do que estava por vir. O casamento agora tinha uma data concreta.
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