O mar calmo encapelava-se em ondas suaves que morriam à beira da praia. Ao longe, iates luxuosos velejavam nas águas azuis, recortados pelo céu da mesma cor, embora fosse possível ver aqui e ali algumas nuvens. Sabrina se deitou na espreguiçadeira à beira do mar onde o veleiro da família estava ancorado. Empurrou os óculos escuros para o meio do nariz ao ver Heitor sair da água, o corpo esguio e dourado brilhando ao sol. Ele balançou o cabelo molhado no seu corpo quente, e ela soltou um gritinho misturado à risada. ― É a primeira vez que tiro férias. ― disse ele, sentando-se na espreguiçadeira ao seu lado. ― Você conseguiu uma façanha e tanto ao me trazer para o litoral. ― Aham, percebi. Mas temos veleiro pra quê, né? ― Esticou-se para beijá-lo e, a seguir, falou: ― Dona Aurora tá ad
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