Bruna largou as malas na entrada da mansão da Fazenda Leone e abriu um sorrisão como se voltasse ao lar, ao tipo de lugar onde vivera a vida inteira. Não estava nem um pouco deslocada. Os olhos brilhavam de encantamento e exalava uma felicidade genuína. Aquilo balançou Sabrina, pois jamais vira a irmã tão radiante, feliz e, por mais estranho que parecesse... jamais a viu tão viva! A preguiça e o comodismo que a prostravam na casa dos pais talvez fossem a manifestação do que ela de fato sentia, uma tristeza profunda. A falta de perspectiva numa cidade minúscula, a educação severa e repressora da mãe, a falta de personalidade do pai que somente bajulava a filha preferida, mas nunca a incentivava a ganhar novos horizontes. ― É aqui o meu lugar. ― O que tá acontecendo com você? ― Sabrina sor

