Capítulo 1: Vida Sofrida.

1704 Palavras
Uma vila agrícola pouco afastado de um reino grande, vivia seus períodos de seca, fazia meses que não se caía chuva, sem a plantação e a vegetação, ficava difícil até manter os animais. Era pouco o sustento daquele povo enquanto só podiam esperar a chuva cair, enquanto seu principal rio quase secava a pouca agua quase não irrigava as lavouras. O líder se reunia com a população para debater as questões a serem feitas, quais soluções tomar e onde deveriam pedir ajuda. O local não tinha tanto contato com o reino, somente para a comercialização de alimentos no mercado da cidade. - Quero ouvir quais soluções vocês tem a dizer.- o chefe do vilarejo fala em um t de seriedade. - Desviar o curso de outro rio para nossas lavouras.- um dos homens fala. - Não podemos, ou o reino desviaria nosso único em retaliação.- o líder fala seriamente. - Darko você sabe que o reino possui sacerdotes capazes de usar magia a vontade, por que não ir lá e implorar ajuda a eles?- outro homem fala. - Implorar? Se precisarmos deles não já teriam nos anexados, nós somos autônomos, quase um reino próprio.- Darko fala irritado. - Nosso antigo líder queria a unificação para momentos assim, não é boa ideia retornar esse tema.- um terceiro fala. - Absolutamente não, queremos apenas contato para comercio e nada mais, aquele antigo líder se soubesse o que fazer não teríamos problemas.- Darko continua irritado. - Meça suas palavras Darko.- um jovem fala. - É você Blaze Faye, o filho de Mathyas Faye, seu pai morreu de forma trágica, mas como estou de bom humor vou lhe fazer uma homenagem, vou até o reino com alguns membros do vilarejo, quem sabe consigamos.- Darko o debocha. - É bom mesmo, ou não quer ter um voto de confiança.- Blaze da as costas e sai. - Reunião encerrada.- Darko fala e todos se retiram, os três assistentes de Darko se reúnem atrás dele. - O pai dele é popular mesmo depois de morto, ele tem muito apoio, creio que se a chuva voltar posso ter apoio semelhante, ou aquele garoto vai ter que encontrar o pai.- Darko fala. - O pai dele adoeceu do nada, bom vamos viajar até o reino.- o assistente fala. La fora Blaze segue pela cidade até uma casa onde a flores vivas no Jardim, ele bate na porta suavemente, com o barulho a porta se abriu, revelando uma moça, cabelos vermelhos, com um sorriso tímido. - Blaze, como é bom te ver, veio pelo remédio?- a moça pergunta sorrindo. - Sim, mas posso ficar um pouco Violet.- ele fala olhando para o chão. - Tem certeza, sua mãe não vai precisar de você? Ou do remédio?- ela pergunta preocupada. - Já fiz tudo, comida, agua, tarefas, até cortei as ervas e ainda tem remédio para hoje, esse é pela garantia.- ele a explica. - Que ótimo, eu fiz chá você quer provar?- ela estende a entrada para ele. - Obrigado.- ele entra e ela o segue até uma mesa, ela lhe entrega um copo e em seguida o serve o chá. - Onde estão seus pais?- ele a pergunta. - Meu pai no curso da água e minha mãe trocando sementes, vão demorar.- ela pisca o olho. - Acho que isso poderia custar minha vida, ela ja ta em risco mesmo.- ele comenta rindo. - Você estava na reunião?- ela pergunta preocupada. - Sim.- ele responde em baixo tom. - Você ficou maluco e se te envenenam também seu louco.- ela fala irritada e preocupada. - Ele não faria isso, só confirmaria a suspeita e nem temos certeza.- ele tenta aliviar pro lado dele. - Você não tem certeza, eu trabalho com misturas conheço os efeitos dos venenos, seu pai foi assassinado.- ela fala. - O que importa, o novo líder vai ao reino buscar ajuda para fazer chover.- ele continua e toma o chá. - Se ele fizer chover, terá o povo na mão, do jeito que ele é c***l e egocêntrico, só quer ter servos aos pés dele.- ela fica irritada. - Não me importo com a popularidade dele, desde que faça o povo parar de sofrer e precisamos da água.- ele a responde. - Você sempre bonzinho, depois você vem com meus pais em casa, eles te aprovariam.- ela mais uma vez pisca o olho. - Talvez amanhã ou quando a chuva voltar, até amanhã.- ele saí. - Esse até amanhã significa quê... Não ele não teria ou teria, ele me deixa maluca.- ela se senta e continua a pensar. Blaze continua andando pela rua, vendo os comércios e plantações quase vazios, alguns animais morrendo, a fome w Cobria o local, distraído ele não vê na frente um rapaz forte e alto. - Você é o noivo da Violet?- ele pergunta. - Klaus, não precisa disso.- Blaze o responde. - Você não é mais filho do líder, agora nos podemos resolver isso na luta.- uma mão segura Klaus o impedindo de começar uma luta. O homem que segurou Klaus faz um gesto para Blaze seguir em frente, o mesmo o faz deixando Klaus e o outro para trás. - Nem mesmo o líder encara ele, você não teria chance.- ele fala deixando Klaus irritado. Blaze chega em sua casa e encontra sua mãe sentada na cama, ela tomava um algo em uma xícara, enquanto seu irmão mais novo cortava verduras na cozinha. - Cheguei e trouxe mais remédio, como a senhora está se sentindo hoje? - Blaze pergunta preocupado. - Meu filho, estou me sentindo melhor, já consigo caminhar, em breve voltarei a meu normal e você poderá continuar na horta sem preocupações.- ela fala tentando anima-lo. - Não tem quase nada na horta se não chover.- ele responde de modo triste. - Acredite que terá chuva, era o quê o seu pai fazia.- sua mãe sorri o respondendo. - Assim espero.- o pensamento dele é pessimista. Um grupo de homens montados a cavalo se posiciona na frente da cidade, o grupo era liderado por Darko o líder da cidade, seus conselheiros os seguiam junto com dois soldados. - Na minha ausência você é o líder, não deixe que a desordem tome conta e vigie o garoto.- Darko fala em tom.de ameaça e eles partem. - Quanto tempo até a cidade mestre?.- um conselheiro pergunta. - Duas horas a cavalo, vamos logo.- eles cavalgam rapidamente. O caminho era tranquilo, apenas alguns soldados do reino fazendo p******o de quem se aventurava fora dos limites, a entrada do reino era vigiada por homens armados com bestas e ao entrarem veem a população tranquila, e seus comércios - Não sabia que era tão movimentado.- um dos assistentes fala. - Vamos é na beira do castelo que vive os sacerdotes.- Darko fala os guiando. Dois homens que estavam próximos a entrada, observam o grupo que entrava. - Vigiem esses, são de fora do reino podem ser usados.- um deles fala e o outro começa a seguir. Andando a cavalo os quatro entram nas terras do templo, descem e entram no templo, soldados os observam enquanto os monges os recebiam. - O quê os trazem aqui, visitantes sem más intenções são bem vindos, eu sou Hiasar, líder dos monges deste templo.- o monge se apresenta. - Olá eu me chamo Darko Myters, sou o líder de um vilarejo, estamos sofrendo muito com a seca, precisamos da magia dos sacerdotes para as chuvas.- Darko se ajoelha enquanto pede. Todos os sacerdotes começam a conversar uns com os outros, debatendo a situação, que viviam no momento. - Vamos tomar nossa decisão depois de um teste simples, sua mente.- Hiasar fala e põe as mãos em posição de oração, seu olhos brilham e ele aponta a palma da mão para Darko. Darko sente a magia correr pelo seu corpo, enquanto o monge entra em transe analisando as intenções de Darko, seus olhos brilham em vermelho, os outros monges ficam em posição de defesa. Dois enormes lobos ficam na frente dos monges, rosnando eles assustam os homens de Darko, Hiasar volta a si. - Suas intenções malignas, de grandeza, de poder, de controle, até sangue tem nas mãos, mas seu povo realmente passa dificuldades, iremos até lá em duas semanas, temos problemas com os exilados, proteja sua vila deles, e quando eliminarmos as ameaças iremos.- Hiasar da as costas. - Duas semanas isso é muito, tempo precisam da agua para plantar seus alimentos, precisamos de vocês.- Darko implora. - Divida o farto suprimento que você possui, assim quem sabe você se redime do que fez e não questione, tenho motivos para considerar você uma ameaça, sorte sua que os exilados estão agindo.- Hiasar entra em um tipo de tenda. Darko fica furioso, seu reinado estava chegando ao fim. - Mestre se dividir, mostrará seu sacrifício, o povo irá lhe dar poder.- um dos servos tenta o animar. - Eles vão questionar de onde veio os alimentos.- Darko sai do templo frustardo e furioso. Na entrada um homem parado de braços o cruzados o observa. - Darko, talvez eu possa ajudá-lo.- o homem fala. - Você sabe fazer magia por acaso? - Darko desconfia. - O quê posso fazer, vai fazer a seca deixar de ser problema e ampliar ainda mais sua liderança, interessado?- ele pergunta. - Tô.- Darko responde. - Me siga rápido a negociação é a sós.- o homem saí. - Comprem algo pela cidade, vou ver o quê ele tem a oferecer.- ele segue o homem. Os lobos em seguida saem do templo rosnando os monges os acalmam. - Mestre temos exilados no reino, os lunabos sentiram.- um dos monges avisa o mestre. - Tenho a impressão que nossa paz está no fim, vi a mente daquele homem, creio que tenha visto, trevas como as do antigo rei em sua mente, prepare a armada, daqui duas semanas teremos que o eliminar.- Hiasar olha para uma estátua de dragão. - Se o senhor sentiu é questão de tempo até um exilado sentir também, e tentaram usá-lo para o ritual.- o monge faz uma reverencia e se despede. - Mas eu senti a justiça vinda do ódio dele, algo que ele odeia é justo e me gera esperança.- Hiasar sorri.
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