Capítulo 18. Problemas Internos

1094 Palavras

8 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Acordei tarde ‘pra caralhö! Onze da manhã. Mäl saí da cama e já peguei o telefone ‘pra esquematizar o contato na Barra. Não sairia tão barato assim, mas Filho podia cobrir o pagamento depois. — ‘Tô ativo... — Foi a fala no rádio. Só aumentei o volume e o pendurei na porta do banheiro ‘pra tomar meu banho. Estava morrendo de fome e isso me faria dar prejuízo na cozinha. Nem me arrumei muito. Botei uma bermuda e desci descalço mesmo. Era sábado e Miguel sempre curtia uma pipa aos fins de semana. Eu me surpreendi ao ver a dupla e Alma na sala. — Bom dia! — Eu cumprimentei, indo à cozinha. — Dia, pai! ‘Bença. — Miguel sorriu. — Deus te abençoe e faça feliz. Dia, Pati. — Dia, tio. — Ela sorriu acanhada. Alma apenas me olhou e eu lhe sorri.

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