13 de maio de 2015, Park Shopping, Sulacap — Isso é terrível! — A mãe ficou muito apreensiva quando contei o que estava ocorrendo. Obviamente, eu precisei omitir bastante naquela conversa. Lidar com as burocracias nem tomou toda a minha manhã, dando tempo de eu conseguir buscá-la em sua casa ‘pra levá-la ‘pra almoçar. Claro, só falei de problemas depois de comer. — Agora ‘tá tudo bem. Devo conseguir me organizar logo. Por enquanto, ‘tô aproveitando a proteção que o ex da Helena ‘tá me provendo — arfei. — Minha filha. — Ela ‘tava tão preocupada que logo sentou mais perto ‘pra me abraçar. — Esse mundo ‘tá de ponta-cabeça... muita maldade em todo lugar. — Sei disso, mas vou ficar bem — sorri otimista. — Como chegou? — Ela respirou fundo. — A tia ajudou muito. Foi quem mandou alguém me

