➸ Japão, 4 de agosto, 6:40 h da manhã A raiva que sentia antes se dissipara diante da coragem de Haru. Aparecer em sua casa e o tirar de lá parecia ser uma ousadia que ninguém, além de Kei, teria feito. Mas Haru por mais determinado que estivesse, mantinha as mãos trêmulas, o que sugere que suas ações foram impulsivas e não pensadas. Mesmo assim Ryu se sentia agradecido. O observara lhe puxado até os portões da escola em uma caminhada extensa e silenciosa, onde finalmente pararam de caminhar olhando um para o outro. O ômega tinha as bochechas rosadas e os olhos brilhantes, soltando da mão do alfa ele sorria envergonhado e se curvava. — Me desculpa por ter intrometido dessa maneira. Mas ouvi o barulho de algo se quebrando e pensei que algo teria acontecido. Não sabia o que dizer na

