*Susana* Após uma noite inesquecível junto à minha família e à família de Vitor, estava na hora de voltar para casa. Renan, de forma gentil, ofereceu-se para me levar, e eu aceitei. Contudo, assim que entramos no carro, um estranho clima de tensão começou a se estabelecer. O silêncio predominava, e somente a música suave preenchia o ambiente, parecendo tentar dissipar a atmosfera desconfortável que pairava entre nós. Em um esforço para suavizar o m@l-estar, peguei o meu celular, tentando encontrar uma distração para acelerar a jornada. No entanto, o vazio das palavras não pronunciadas persistia, e eu me sentia cada vez mais inquieta e desconfortável. Renan também não parecia disposto a pôr fim àquele silêncio, e assim nos mantivemos, imersos em pensamentos próprios. Até quando notei que

