•21• Tenerife

590 Palavras
Paris e Neels haviam se levantado para ir dançar, deixando eu e Nate sozinhos no sofá. - Agora quer me contar essa história de você ter pagado um boquete pro Blake? - Franze o cenho e eu arqueio uma sobrancelha. - Você não é o meu pai, sabia? - Digo, meio grossa e ele sorri, balançando a cabeça e me encarando. - É, mas eu ainda me preocupo com você. - Coloca sua mão em minha coxa, apertando a mesma de leve. - Muito. - Sorri de lado e eu faço o mesmo, soltando uma risada abafada em seguida. - Eu só queria provocar ele um pouco... - Confesso e Nate sorri de lado. - Sabe... Você me lembra muito a sua mãe. - Solto uma risada e ele faz o mesmo. - É sério... Principalmente na cama. - O encaro, sorrindo. - Você é ridículo, Nate! - Solto uma risada e ele faz o mesmo. Nos encaramos por alguns segundos, enquanto sorríamos e logo eu me aproximei, o beijando. Minutos depois... Nate e eu dançávamos no meio da pista e eu pude ver Blake sentado em um dos sofás, com uma cara na boa. Previsível, eu diria. - O que acha de irmos embora?! - Nate diz, um pouco ofegante e eu sorrio. - Mas já? - Faço um beicinho e ele sorri. - Eu não sou mais tão novo como você... - Soltou uma risada e eu sorri. - Mas quando é pra t*****r sua juventude volta, né? - Semicerrei os olhos, ainda sorrindo. - Se for com você então... - Mordeu o lábio inferior, me olhando de cima a baixo e eu soltei uma risada, balançando a cabeça. - Tá bem, Nate. - Sorrio, o encarando. - Vamos lá. - Ele sorri e pego em sua mão, indo para a saída. - Ei, Sea! - Me viro, vendo Paris e Neels vindo em nossa direção. - Por que não vamos pra casa juntos? - Sorri e passa seu braço por meus ombros. Sorrio a encarando. A Paris estava bêbada pra c*****o. - Claro! Por que não? - Sorrio e a loira me beija. - Então... - Olhamos para Neels ao terminar o beijo, vendo ele franzir o cenho. - É normal. Elas sempre ficam. - Nate diz, sorrindo e nós sorrimos também. - Vamos todos em um carro? - Neels pergunta. - Carro? - Rimos e o loiro fica confuso. - Geralmente voltamos a pé pra casa, só voltamos no dia seguinte para buscar o carro. - Sorrio. - Estamos esperando o que então? - Pergunta e Paris sorri, logo dando um selinho no loiro. Mais um tempo depois... Voltamos para casa já eram mais de 5 da manhã. Fui para o meu quarto, junto de Nate e Neels foi com Paris para o quarto dela. - Eu tô morta... - Digo e começo a tirar minha roupa, ouvindo uma risada abafada de Nate. - Estamos... - Me virei, vendo ele tirar sua camisa e mordi o lábio inferior, sorrindo em seguida. Fui até ele e passei meus braços por seu ombro. - Se eu não estivesse tão cansada, eu juro que dava pra você nesse exato momento... - Sorri e ele também. -  A gente pode se divertir depois... - Mordeu o lábio, encarando o meu e eu me aproximei, iniciando um beijo. - Agora vamos pra cama... - Digo, sorrindo, ao terminar o beijo, puxando Nate para a mesma. Logo nós dois nos deitamos na cama e ficamos conversando um pouco mais sobre coisas aleatórias.
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