•15• Tenerife

847 Palavras
Todos já haviam ido embora, tirando alguns dos mais velhos, que estavam lá embaixo. A porta do meu quarto estava aberta e agora eu terminava de finalizar a minha maquiagem. - Ainda tá aqui? - Olho para a porta, vendo Nate, com um sorriso de lado. - Uma p*****a ocupou o meu banheiro por horas... - Reviro os olhos e ele solta uma risada. - E você, tá fazendo o que ainda aqui? - Sorrio de lado. - Estava indo no quarto da America pra pegar uma erva... - Semicerro os olhos e ele entra em meu quarto. - As minhas acabaram. - Sorri e eu solto uma risada. - E ai... - Me levanto e dou uma voltinha. - Como é que eu estou? - Sorrio. - Tá gostosa pra c*****o. - Diz e morde o lábio inferior, me fazendo solta uma risada. - Obrigada, tio Nate. Você também tá gostoso pra c*****o. - Solto uma risada abafada e ele sorri. - Lembra que mais cedo eu disse que queria conversar com vocês? - Murmuro um "uhum". - Acabou que nós nem conversamos... Mas o que eu queria falar era que eu e a Ana nos separamos. - Arregalo um pouco os olhos, surpresa por essa revelação. - Uau... - Murmuro e sorrio sem mostrar os dentes. - Hã... Tá bem. A America já sabe? - Pergunto, o encarando. - Já. Ela foi a primeira a saber. Só queria contar pra todo mundo porque agora a Ana não vai morar mais aqui, então... - Pressiona os lábios e eu concordo com a cabeça. - Bom... Eu sinto muito por isso, Nate. - Sorrio sem mostrar os dentes. - Que isso, menina! Fica com pena de mim não que eu estou bem! - Diz e eu solto uma risada. - Tá bem... - Digo, em meio as risadas. - Eu pensei que você fosse pra festa com o Brandon. - Diz e eu suspiro. - Pois é... - Pressiono os lábios. - Ele e o Uriel estão ficando. - Dou os ombros e Nate me encara, incrédulo. - Quê? - Franze o cenho. - Mas ele não estava ficando com você? - Solto uma risada. - Não mais... - Sorrio e Nate faz o mesmo, balançando a cabeça. - Quem tá perdendo é ele. - Dá os ombros e eu sorrio de lado. - Posso te fazer uma pergunta? - Franze o cenho e eu assinto. - Você ficaria comigo? - Sorrio. - Quer dizer, falando sério mesmo... Porque eu sei que tem a diferença de idade e tudo mais, só que... - O interrompo. - Nate... - O mesmo me encara. - É lógico que eu ficaria com você. - Sorrio e ele também. - Você é gostoso! - Ele solta uma risada e se aproxima de mim. - Então, eu acho que... - Nos encaramos. - Não teria problema nenhum se eu fizesse isso... - Leva uma de suas mãos até meu rosto e em seguida me beija. A noite m*l começou e eu já estou chocada em Paris. Não literalmente, mas queria. Retribui o beijo, levando minhas mãos até a nuca de Nate. O mesmo levou suas mãos até minha cintura, colando mais nossos corpos e em seguida as baixou para minha b***a, apertando a mesma. Soltei um suspiro e Nate mordeu meu lábio inferior. - Mas que p***a é essa?! - Ouço a voz de Sammy e me separo de Nate, encarando meu pai e minha mãe, que estavam incrédulos. - Oi... - Dou um sorriso amarelo, ainda com as mãos em volta do pescoço de Nate. - Sua safada! - Alaska grita e solta uma risada. - p**a que pariu, Maloley... - Diz, em meio as risadas e eu começo a rir também. - Eu estou chocado... - Sammy murmura e Nate segura uma risada, me encarando em seguida. - Gente, desde quando vocês tão ficando, hein? Pera ai... Foi por isso que você terminou com a Ana? - Pergunta, encarando Nate. - Não. - Nate franze o cenho e Sammy semicerra os olhos. - Essa é a primeira vez que a gente tá ficando, pai. - Digo, encarando o mesmo. - E a gente tá atrapalhando, Sammy... Vamos descer e deixar esses dois sozinhos... - Minha mãe diz, em um tom malicioso e dá um sorriso malicioso também. Abaixo a cabeça, sorrindo. - Vamos, Sammy. Ou você quer assistir os dois transando? - Alaska pergunta e Sammy a encara com os olhos arregalados. - Porque, eu sei que a gente já transou com o Nate, agora... - Interrompo Alaska. - Informações desnecessárias, mãe. - Sorrio sem mostrar os dentes e ela solta uma risada. - É a realidade, meu amor. - Sorri. - Olha, nós estamos indo agora... Vemos vocês lá na festa. - Sorri maliciosa e eu reviro os olhos. - Amamos vocês. - Diz e puxa meu pai para o andar de baixo. - Amamos vocês também! - Nate grita e eu o encaro, com um sorriso de lado. - Que foi? - Solto uma risada, balançando a cabeça.
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