MARCELA Lico parecia conhecer todo mundo naquele lugar, pois não tinha uma só alma que não o cumprimentasse com um sorriso no rosto e um aperto de mão. Dei a última garfada no arroz à piemontese, que pedi com muita insistência e recomendação dele e meus olhos chegaram a brilhar de tão surreal e delicioso era aquilo. Lico: Falei pô, tu tem que confiar mais no que digo. - Bebeu sua cerveja - Sua tia até cozinha bem, mas esse cara aqui, p***a sem comparações. Vinha aqui direto. Marcela: Força não ein, sério. - Sorri, ele me encarou por alguns segundos olhando firmemente em meus olhos. E aquilo tava me deixando sem graça de uma forma que nem sei. Soltei meu cabelo do coque pra disfarçar meu incomodo - Então quer dizer que tu atravessava essa Brasil só pra m***r o que te matava. Lico:

