Vinte e cinco.

1144 Palavras

Will resistia bravamente. Drakon não tinha passado de ameças abertas e escandalosa para o garoto, que tremia na cadeira. Eu, no entanto, apenas assisti, escorada contra a parede de concreto cujo o toque era gelado contra a minha pele. Ele ocasionalmente olhava em minha direção e o olhar parecia dizer algo como "faça alguma coisa". Eu queria rir do pavor dele, queria muito conseguir olhar para Will e sentir qualquer coisa que não fosse raiva. Pura e infreavel. — Ela não vai te ajudar — falou Drakon, após Will deslizar novamente os olhos para mim —, acha que depois de tudo ela estenderia a mão para você? Will encarou Drakon, o olhar flamejante em direção ao meu parceiro. — Ela me ama.— ele falou, como se aquilo fosse uma verdade irredutível. Drakon rosnou um palavrão e então olhou para

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