Vinte e três

680 Palavras

Drakon me deteve antes que eu avançasse para o banheiro a procura de um banho. As mãos dele rodearam minha cintura e me prenderam a ele. — Esse vestido deveria ser queimado — ele falou ao meu ouvido, o hálito quente soprando contra minha nuca. As grandes mãos de Drakon deslizam por minha cintura até o meu monte vênus. Uma ficou pressionada contra a minha barriga, me prendendo ao corpo dele e a outra desdeu rumo a minha i********e. Drakon puxou o tecido para cima, o que formou um monte em minha cintura, e então seus dedos ágeis ultrapassaram a renda e encontraram as minhas dobras. Ele brincou comigo e a sensação, a queimação correndo pelas minha veias me fez roçar a b***a contra ele. — Está tão comestível, meu rouxinol. Por que me faz ter pensamentos tão impuros com você? — Impuros? Quã

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