Giovanna estava no batalhão, trabalhando na área administrativa para poder ficar tranquila. Daqui em diante, em respeito a sua condição de grávida, ela levaria hábitos mais leves depois de tanta insistência de seu filho e Alexandre. - Oi deusa, bora almoçar? -disse Amora entrando no gabinete da tenente. - Bora, tô morta de fome. - Aqui, e aquele teu encontro com o todo poderoso do BOPE, não deu em nada? - Aí nem me fala, ele disse que adorou conversar comigo, saber mais de mim e que me daria uma resposta quando já tivesse formado-a. Mas nada até agora. - Eu tô sentindo que esse cara gostou de tu e vai te por dentro do batalhão dele, vai ser questão de tempo. - É o que eu preciso, tempo. Eu tô grávida e não é como a vinte anos atrás quando eu era mais nova, agora tô mais velha e parec

