Karen arrumou suas poucas coisa e seguiu viagem para o Rio de Janeiro. Quando chegou, voltou para o morro e reencontrou seus capangas. - Tô nem acreditando que tu tá viva. -disse um deles. - Eu sou osso duro de roer, moleque. Eu voltei e agora é pra botar pra quebrar. Hoje eu quero festa pra comemorar minha volta. - Pode deixar que nois vai agilizar isso pra você. -respondeu outro rapaz. O telefone de Karen tocou e ela ficou sozinha para atender. - Está fazendo como eu te orientei? -perguntou Ricardo. - Sim, fazer barulho pra minha volta é um motivo perfeito pra fazer um baile daqueles. - Ótimo, vou cantar a letra aqui no batalhão e colocar a Giovanna pra coordenar a operação. - Certo. Ricardo desligou o telefone e pediu que todos se juntassem na sala de reuniões. - Senhores, ti

