dia seguinte ~○~
acordo com uma dor imensa no meu pescoço dormi de m*l jeito ainda por cima de cara no meu notebook meu rosto estava praticamente colado no teclado do notebook.
Abri os olhos lentamente.
kamilly = Aí... — murmurei.
Levantei a cabeça devagar e estiquei o pescoço.
Kamilly = Eu dormi aqui de novo…
Olhei para a tela do notebook ainda ligada. O documento do meu livro continuava aberto, cheio de palavras novas que eu tinha escrito na noite anterior.
Pisquei algumas vezes tentando acordar completamente.
Então olhei para o relógio na parede.
5:02 da manhã.
Suspirei profundamente.
Kamilly = Claro… cinco da manhã.
Passei a mão pelo rosto e encostei as costas no sofá.
Ontem à noite eu tinha começado a escrever “só um pouquinho”.
Esse “pouquinho” claramente virou várias horas.
Isso acontece comigo o tempo todo.
Quando começo a escrever… simplesmente esqueço do resto do mundo.
Fechei o notebook com cuidado e o coloquei sobre a mesa.
Depois me levantei devagar.
Meu corpo inteiro parecia meio duro por ter dormido toda torta no sofá.
Kamilly = Definitivamente não é uma boa ideia dormir assim.
Caminhei até a janela e abri um pouco a cortina.
A cidade ainda estava acordando.
O céu começava a ficar mais claro e o silêncio da madrugada ainda dominava as ruas.
Respirei fundo.
Por mais estranho que pareça, eu gosto desse momento do dia.
É calmo,Tranquilo, Sem pressa.
Fui até o banheiro e comecei minha rotina de sempre.
Lavei o rosto, Escovei os dentes.
Prendi meu cabelo em um coque alto e bagunçado. fiz minha Engiene pessoal tomei um banho vesti uma roupa de exercícios e fui correr um pouco
depois de uns quarenta minutos eu voltei tomei outro banho e fui preparar meu café
Coloquei água para ferver e preparei meu café.
O cheiro começou a se espalhar pelo apartamento rapidamente.
Peguei minha caneca favorita e me sentei na pequena mesa.
Ainda estava com meu pescoço meio dolorido.
Enquanto bebia o primeiro gole, do meu café meus olhos caíram sobre o notebook na mesa.
e o Abri Comecei a ler o que eu tinha escrito na noite anterior.
Um sorriso pequeno apareceu no meu rosto.
kamilly = Nada m*l, Kamilly…-falei pra mim, mesma
Eu realmente tinha avançado bastante na história.
Meu personagem principal estava começando a mostrar um lado mais perigoso. Mais intenso.
Eu gosto de personagens assim.
Complicados. Cheios de camadas.
Fechei o notebook antes que eu, começasse a mexer no texto novamente.
Kamilly = Não. Agora não.
Se eu começasse a editar… nunca sairia de casa.
Terminei meu café e preparei algo simples para comer.
Depois lavei tudo rapidamente.
Peguei minha bolsa e coloquei o notebook dentro com cuidado.
Ele praticamente vive comigo.
peguei minhas chaves. Antes de sair, tranquei a porta e desci as escadas, O prédio ainda estava bem silencioso.
Quando cheguei na portaria, seu Antônio já estava sentado no lugar de sempre.
Ele levantou os olhos e sorriu.
Antônio = Bom dia, menina Kamilly.
Sorri de volta.
Kamilly = Bom dia, seu Antônio.
Antônio = Já indo trabalhar?
Kamilly = Como sempre.
Ele balançou a cabeça com aquele ar tranquilo.
Antônio = Tenha um bom dia.
Kamilly = O senhor também.
Saí do prédio e senti o ar fresco da manhã.
As ruas estavam começando a ganhar movimento.
Algumas padarias já estavam abertas, e o cheiro de pão fresco se misturava com o ar frio.
Comecei a caminhar em direção ao restaurante.
Meus passos já conheciam o caminho quase automaticamente.
Enquanto caminhava, minha mente começou a viajar novamente. comecei a ter
Ideias. Cenas. Diálogos.
Histórias. pra esse meu livro novo
É assim que minha cabeça funciona praticamente o tempo todo.
Quando percebi, já estava perto do Bella Tavola.
A porta ainda estava fechada.
Mas eu sabia que Dona Teresa sempre chega cedo. assim como eu e as meninas
Empurrei a porta. O pequeno sino tocou. E imediatamente ouvi uma voz conhecida.
Carla = Olha quem chegou!
Sorri.
Kamilly = Bom dia.
Carla colocou a mão na cintura.
Carla = bom dia Então… você escreveu ontem à noite? eu não consegui dormir pensando nesse livro eu tô tão ansiosa -ela falo cendo um pouco dramática
Suspirei.
Kamilly = Como você sabe?
Ela abriu um sorriso enorme.
Carla = eu não sei só perguntei mais também sei que você sempre escreve.
Júlia apareceu atrás dela.
Júlia = A pergunta certa é… quanto você escreveu?
Balancei a cabeça rindo.
Kamilly = Vocês são muito curiosas.
Carla cruzou os braços.
Carla = Nós somos leitoras dedicadas.
Peguei um avental e amarrei na cintura.
Kamilly = Então vocês vão ter que esperar.
Júlia = Isso é tortura.
Carla = Literalmente a tortura . pior da minha vida
Eu ri enquanto começava a separar alguns ingredientes.
Mais um dia começando.
comecei a trabalhar dia, de hoje aqui fica muito cheio e lucramos bastante grassas a Deus
eu tava preparando um arroz quando dona Teresa entrou na cozinha com uma cara nada boa
Carla = que cara é essa dona Teresa parece que vi-o um fantasma-ela pergunta com humor
Dona Teresa= Eu vi mas não foi fantasma e sim o senhor Vittorio o conselheiro do Don matteo
eu arregalei os meus olhos e perguntei
kamilly = oque ele quer aqui Dona Teresa
antes que dona Teresa responda Júlia entra na cozinha com a mesma cara da dona Teresa mais só que mais divertida
Júlia = Meninas tem um homem gato lá fora no restaurante com esse aí eu até deixava minha vida de síririca-,ela falou rindo muito
Eu e as meninas e dona Teresa Caimos na risada
kamilly = será que é o tal conselheiro que dona Teresa acabou de falar ?
Júlia = se conselheiro não sei mais que com esse aí eu arrancava todas teia de aranha que tenho aqui embaixo - Ela falou apontando pra baixo
Dona Teresa = deixa disso menina abaixa esse facho que aquele homem é perigoso fique longe minha menina muito longe esse homem não é pra nenhuma de vocês ele é o conselheiro do Don Matteo rei da Máfia Ndrangheta aqui naItália-Ela falou preocupada
Júlia não falou mais nada depois dessa conversa da Dona Teresa ela voltou ao trabalho e eu e as outras também foi muita correria hoje quando acabou o hespediente mim, despedir das meninas e fui pra casa