Capítulo 4 — Manhãs que começam com histórias

1063 Palavras
dia seguinte ~○~ acordo com uma dor imensa no meu pescoço dormi de m*l jeito ainda por cima de cara no meu notebook meu rosto estava praticamente colado no teclado do notebook. Abri os olhos lentamente. kamilly = Aí... — murmurei. Levantei a cabeça devagar e estiquei o pescoço. Kamilly = Eu dormi aqui de novo… Olhei para a tela do notebook ainda ligada. O documento do meu livro continuava aberto, cheio de palavras novas que eu tinha escrito na noite anterior. Pisquei algumas vezes tentando acordar completamente. Então olhei para o relógio na parede. 5:02 da manhã. Suspirei profundamente. Kamilly = Claro… cinco da manhã. Passei a mão pelo rosto e encostei as costas no sofá. Ontem à noite eu tinha começado a escrever “só um pouquinho”. Esse “pouquinho” claramente virou várias horas. Isso acontece comigo o tempo todo. Quando começo a escrever… simplesmente esqueço do resto do mundo. Fechei o notebook com cuidado e o coloquei sobre a mesa. Depois me levantei devagar. Meu corpo inteiro parecia meio duro por ter dormido toda torta no sofá. Kamilly = Definitivamente não é uma boa ideia dormir assim. Caminhei até a janela e abri um pouco a cortina. A cidade ainda estava acordando. O céu começava a ficar mais claro e o silêncio da madrugada ainda dominava as ruas. Respirei fundo. Por mais estranho que pareça, eu gosto desse momento do dia. É calmo,Tranquilo, Sem pressa. Fui até o banheiro e comecei minha rotina de sempre. Lavei o rosto, Escovei os dentes. Prendi meu cabelo em um coque alto e bagunçado. fiz minha Engiene pessoal tomei um banho vesti uma roupa de exercícios e fui correr um pouco depois de uns quarenta minutos eu voltei tomei outro banho e fui preparar meu café Coloquei água para ferver e preparei meu café. O cheiro começou a se espalhar pelo apartamento rapidamente. Peguei minha caneca favorita e me sentei na pequena mesa. Ainda estava com meu pescoço meio dolorido. Enquanto bebia o primeiro gole, do meu café meus olhos caíram sobre o notebook na mesa. e o Abri Comecei a ler o que eu tinha escrito na noite anterior. Um sorriso pequeno apareceu no meu rosto. kamilly = Nada m*l, Kamilly…-falei pra mim, mesma Eu realmente tinha avançado bastante na história. Meu personagem principal estava começando a mostrar um lado mais perigoso. Mais intenso. Eu gosto de personagens assim. Complicados. Cheios de camadas. Fechei o notebook antes que eu, começasse a mexer no texto novamente. Kamilly = Não. Agora não. Se eu começasse a editar… nunca sairia de casa. Terminei meu café e preparei algo simples para comer. Depois lavei tudo rapidamente. Peguei minha bolsa e coloquei o notebook dentro com cuidado. Ele praticamente vive comigo. peguei minhas chaves. Antes de sair, tranquei a porta e desci as escadas, O prédio ainda estava bem silencioso. Quando cheguei na portaria, seu Antônio já estava sentado no lugar de sempre. Ele levantou os olhos e sorriu. Antônio = Bom dia, menina Kamilly. Sorri de volta. Kamilly = Bom dia, seu Antônio. Antônio = Já indo trabalhar? Kamilly = Como sempre. Ele balançou a cabeça com aquele ar tranquilo. Antônio = Tenha um bom dia. Kamilly = O senhor também. Saí do prédio e senti o ar fresco da manhã. As ruas estavam começando a ganhar movimento. Algumas padarias já estavam abertas, e o cheiro de pão fresco se misturava com o ar frio. Comecei a caminhar em direção ao restaurante. Meus passos já conheciam o caminho quase automaticamente. Enquanto caminhava, minha mente começou a viajar novamente. comecei a ter Ideias. Cenas. Diálogos. Histórias. pra esse meu livro novo É assim que minha cabeça funciona praticamente o tempo todo. Quando percebi, já estava perto do Bella Tavola. A porta ainda estava fechada. Mas eu sabia que Dona Teresa sempre chega cedo. assim como eu e as meninas Empurrei a porta. O pequeno sino tocou. E imediatamente ouvi uma voz conhecida. Carla = Olha quem chegou! Sorri. Kamilly = Bom dia. Carla colocou a mão na cintura. Carla = bom dia Então… você escreveu ontem à noite? eu não consegui dormir pensando nesse livro eu tô tão ansiosa -ela falo cendo um pouco dramática Suspirei. Kamilly = Como você sabe? Ela abriu um sorriso enorme. Carla = eu não sei só perguntei mais também sei que você sempre escreve. Júlia apareceu atrás dela. Júlia = A pergunta certa é… quanto você escreveu? Balancei a cabeça rindo. Kamilly = Vocês são muito curiosas. Carla cruzou os braços. Carla = Nós somos leitoras dedicadas. Peguei um avental e amarrei na cintura. Kamilly = Então vocês vão ter que esperar. Júlia = Isso é tortura. Carla = Literalmente a tortura . pior da minha vida Eu ri enquanto começava a separar alguns ingredientes. Mais um dia começando. comecei a trabalhar dia, de hoje aqui fica muito cheio e lucramos bastante grassas a Deus eu tava preparando um arroz quando dona Teresa entrou na cozinha com uma cara nada boa Carla = que cara é essa dona Teresa parece que vi-o um fantasma-ela pergunta com humor Dona Teresa= Eu vi mas não foi fantasma e sim o senhor Vittorio o conselheiro do Don matteo eu arregalei os meus olhos e perguntei kamilly = oque ele quer aqui Dona Teresa antes que dona Teresa responda Júlia entra na cozinha com a mesma cara da dona Teresa mais só que mais divertida Júlia = Meninas tem um homem gato lá fora no restaurante com esse aí eu até deixava minha vida de síririca-,ela falou rindo muito Eu e as meninas e dona Teresa Caimos na risada kamilly = será que é o tal conselheiro que dona Teresa acabou de falar ? Júlia = se conselheiro não sei mais que com esse aí eu arrancava todas teia de aranha que tenho aqui embaixo - Ela falou apontando pra baixo Dona Teresa = deixa disso menina abaixa esse facho que aquele homem é perigoso fique longe minha menina muito longe esse homem não é pra nenhuma de vocês ele é o conselheiro do Don Matteo rei da Máfia Ndrangheta aqui naItália-Ela falou preocupada Júlia não falou mais nada depois dessa conversa da Dona Teresa ela voltou ao trabalho e eu e as outras também foi muita correria hoje quando acabou o hespediente mim, despedir das meninas e fui pra casa
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