MURILLO Assim que chegamos no hotel, entramos no elevador do estacionamento para ir ao andar de nosso destino. Estou sem camisa, tirei a camisa na tentativa de estancar o sangramento do meu nariz e até que deu certo. - Isso deve estar doendo! Vou fazer um curativo para você. – Diz Sophia passando sua mão sobre a minha barba. Eu adoro o contato, mas não posso ainda desfazer minha cara de malvadão pois eu assim eu perco a moral. - Esse filho da putaa sabe bater! – digo sem olhar para Sophia. Chegamos ao andar e entramos no apartamento, vou direto para a cozinha para pegar algo para beber, algo me diz que vou precisar muito disso. Já fazia algum tempo que não bebia, tive problemas com vícios e prefiro me manter longe dessas coisas. Mas as vezes é necessário! - Senta aqui vai, me

