O céu se tornou um rosado explosivo, onde a torre era um mero borrão na vista turva de Elaine. Seu ouvido estava zunindo, seu corpo estava extremamente dolorido e ela sofria para tentar enxergar e entender o que havia ao seu redor. Respirar lhe doía o peito, mas a humana piscou, se recordou de sua queda livre e com um baque, arregalou os olhos e de um jeito tonto, sentiu-se presa em volta a musculatura de um corpo pesado. — Volkon? — suspirou, tentou se mover, tentou movê-lo, mas ele não respondia. — Volkon? Com muito esforço, ela conseguiu mover os braços nos escombros, ouviu barulhos de algo muito semelhante com um voo de uma aeronave e moveu o braço grande e pesado do Paladimus azul que usou o próprio corpo para protegê-la. Seus olhos se encheram de água quando ela finalmente empurro

