O médico olhava as íris de Elaine, anotava algumas coisas em sua caderneta e sorriu para a magricela baixinha, sentada e tristonha à beira da maca e o quarto privativo. As acomodações humanas precisam ser humanas, ainda que a ciência Stariana não estava totalmente adaptada à vida humanóide, mas estavam em transição. — Eu já posso ver ele? — Sugiro que descanse primeiro, coma algo e depois preocupe-se em ir visitar o Stariano Paladimus. — o médico respondeu sério — Tem uma vida milagrosamente viva em seu ventre. — Com a força da pancada eu devia ter perdido o bebê, mas foi Volkon quem levou toda a pressão da queda. — contou pensativa, recordando-se das suas últimas cenas. — Ao que me parece, Elaine, o bebê está agindo de forma auto protetiva. Há uma casca ao redor de seu útero, modulan

