Ninguém conseguia crer no que seus olhos estavam vendo. Não que a verdade não estivesse ali, mas era surreal! Há muito se luta para conquistar vida, gerar um futuro e garantir que a estrela Stariana continue com vida nesse grandioso espaço. Agora, diante dos olhos de raças famintas por ciência, vida e espécie, ela estava lá. Azul, reverberando os tons de uma camada grossa na pele, de tamanho avantajado para um bebê humano, com feições doces e a vida se esvaindo de seu corpo; e foi levantada da cesárea a primeira bebê Stariana. Envolto as manchas do sangue de Elaine, da pobre humana enfraquecida, os que estavam ali presentes, m*l conseguiam piscar. O momento era mágico, único; só não podia-se dizer perfeito. O clima era de pressa, desespero e esperança. — Coloquem-na dentro da câmara, es

