• Mary A última coisa da qual me lembro era de ouvir um tiro. Achei que acordaria no inferno, cercada de demônios e almas curiosas e chamas. Mas na verdade, estava deitada sobre uma cama macia e lençóis cheirosos. Só não tinha ideia de como havia ido parar lá. Até que um rosto familiar surgiu. — Você acordou. Como se sente? — Matthew? — Pode me chamar de Matt. — Onde eu estou? E o que aconteceu? Ele foi se aproximando. Eu tentei sentar na cama, mas tinha uma faixa envolta da minha barriga, que doía pra c****e. — Está na casa do James. — Casa do James? O agente? — Eu cheguei no bar bem na hora que aquela mulher iria atirar em você. Por sorte eu estava armado e consegui matá-la antes que disparasse contra você. — Eu diria que o discurso dela atrasou as coisas. Ele pegou uma caixa

