• Mary O que parecia líder deles, se levantou. Os outros o seguiram no movimento. Eu ainda estava parada no mesmo lugar, ao lado do banco do bar. O local estava em silêncio puro. Os poucos cidadãos que se encontravam sentados naquelas cadeiras e mesas, em sua maioria, estavam bêbados demais para perceber o que estava prestes acontecer e, os que não estavam ainda, pouco se importavam. Muitos ali nem mesmo ligavam se amanheceriam vivos. Sentiam-se totalmente insignificantes. Meros figurantes de suas próprias vidas. — Sabe o que isso significa? Ele indagou, me encarando com seriedade. Ainda não tinha certeza o suficiente para causar uma briga. Até porque, sabiam que se sua briga fosse de fato com uma caçadora, não seria tão fácil quanto a maioria poderia pensar. — O quê? A tatuagem? Foi

