Eu abri os olhos, sentia uma sensação nostálgica, não conseguia explicar o que era, mas consegui me apoiar nos cotovelos, ouvi passos se aproximando e olhei para a direção de entrada da tenda improvisada. Era o mesmo lugar com cheiro de terra, simplório, com uma esteira forrada pra mim e Andrômeda sorrindo, admirada e esperançosa. — Louvada seja a Grande Mãe! — murmurou Andrômeda emocionada. Foi então que eu entendi o que houve. — Andrômeda? — franzi o cenho, ela arqueou uma sobrancelha, se aproximou vestida na mesma roupa branca e exibindo seus cordões de ouro, enquanto eu sentia um misto de ansiedade e insegurança bater. As duas serviçais estavam lá, de olhos puxados esperando uma ordem, mas sem se mover. Dessa vez eu não vomitei e Andrômeda se acomodava apoiada de joelhos ao meu l

