Fabiana narrando Nem sai e eu fico com uma pulga ainda maior atrás da orelha. Eu sempre tive a consciência consciência que o meu pai era e Nem tinha razão, meu pai era o demônio em pessoa. O povo tinha medo dele de uma forma h******l, a onde ele passava significava dor e choro e Artur não caiu longe do pé e eu tenho consciência disso. - Oque é isso? - Eu pergunto vendo um quadro uma foto de uma mulher ao lado da minha mãe, eu não tinha reparo nos quadros da casa, nem tive tempo para isso. O tempo que estou aqui ou eu estava dando ou estava dormindo. - Essa deve ser a tia do Nem. - Eu falo olhando a foto. - Não me lembro dela. Abro uma favela que tinha embaixo dos quadros e vejo várias fotos e até a mãe do Yuri estava nas fotos. Tinha meu pai, o pai do Nem, e até mesmo a gente criança.

