Eu sinto sua falta

887 Palavras
~~CAPÍTULO 13~~ BAILEY ROSS A casa fica silenciosa sem crianças perambulando pelos corredores, tio Alex e sua família foram os primeiros a irem embora, em seguida tia Fiorelle, se despediu. Ela ficou muitos dias longe do marido, com toda a razão em desejar voltar o mais rápido que pode. Eu suspirei finalizando minha monografia, supostamente estava tudo tranquilo em relação com os problemas com os mexicanos, papai não fala de negócios conosco, ele sempre se limita em dizer que está tudo bem. E por fim, paramos de questionar. Com a casa cheia, não tive tempo de me encontrar com o Matteo, ele não apareceu mais, no meu quarto depois do incidente, dele dormindo no meu quarto sem querer. Estava com saudades, eu sabia que precisava tomar uma decisão, não poderia ficar em cima da corda ou me enforcaria com ela. — Bailey? Mamãe gritou atrás da porta. — Entra mãe. A maçaneta da porta foi virada, em seguida mamãe entrou, ela estava vestindo seu pijama, sua barriga estava começando a crescer, acredito que está gravidez seja mais tranquila que a do Lucas, sem muitos enjoos depois de dois meses de gestação, do Lucas durou 4 meses e mamãe comia tudo que aparecia pela frente, estou completamente feliz que essa, seja a mais tranquila. — Tudo bem, querida? Mamãe questionou sentando na minha cama. Seus cabelos estão presos em um coque desleixado, seus óculos em seus olhos. Ela estava estudando ou preparando aulas. — Sim, mãe, terminei minha monografia, vou imprimir e mandar para meu orientador assinar. Informei a ela. Quanto mais rápido fizermos isso, melhor. — Muito bem filha, pagou as propinas da graduação? Bem a tempo, preciso inicias as preparações para a graduação, como comprar meu vestido, sapatos, joias, e escolher as cores da festa que será juntamente com o natal. — Sim, preciso comprar um vestido. — Escolha um vestido azul justo. — Sim senhora. Encarei-a brevemente, levantando-me indo me sentar ao seu lado na cama, havia uma necessidade de conversar com ela e exprimir meus sentimentos confusos. — Mãe, eu tenho algo para te falar. — Fique à vontade, filha. Ela encarou-me, esperando atenciosamente o que eu digo. — Estou interessada em Matteo, meu guarda-costas. Eu soltei, suspirando fundo aguardei o que ela diria em resposta a minha declaração, estando ciente que, ela não se exaltaria por isso. Entretanto, sempre a uma primeira vez. — Finalmente se interessou por alguém novamente, isso é fantástico, filha. Ela declarou, seu semblante radiante com a notícia, ela está mais feliz que eu com a grande novidade. — Nós nunca tivemos tempo para conversar, algo do tipo. Encolhi os ombros, é confuso, se interessar por alguém e não possuir tempo para estar juntos, e se por acaso Matteo não gostar de mim? Não, não quero pensar nessa hipótese. — Agora você estará menos ocupada com os estudos, vai fundo, ouvi boas coisas sobre Matteo. Ouviu? Com toda a certeza tia Fiorelle comentou alguma coisa com ela enquanto conversam. — Não está preocupada por ele pertencer a outra máfia? — Não pense nos problemas, primeiro pense em manter um relacionamento com ele, o resto vai fluir naturalmente. — Tudo bem, muito obrigada pelo apoio, mãe. — Estou feliz que sua carinha triste sumiu. Sorri radiante, porém havia outro dilema importunando-me. — Mãe, e os problemas do papai? Eles não comentam absolutamente nada sobre o sucedido, por mais que pergunte, ninguém responde as nossas questões. Creio que o papai tenha resolvido a maioria delas, mas, se por acaso acontecer outro ataque, ainda pior, com o Lucas, ele é uma criança, não saberá se defender. — Olha, seu pai não quer que eu fale nada, vamos deixar assim como está, ele mesmo falará com vocês sobre a decisão dele. — Está bem. Respondo derrotada, ninguém comentará mesmo. — Ainda não foi visitar seus pais. Mamãe mudou de assunto, não gostaria de viajar agora, talvez, esperar alguns dias ou semana. Não contamos nada a eles sobre o susto que passei, eles estariam aqui, fazendo drama e piorando o estado da mamãe. Não, foi muito melhor assim. — Eu vou avisa-los sobre a graduação e a festa íntima que vamos dar em comemoração. Havia me esquecido desse detalhe, precisamos avisar a eles sobre minha graduação nas vésperas do natal. — Faça isso, mãe, por favor diga eles que estive ocupada com o estágio para não ficaram bravos. — Eu direi, descanse, vou conversar com Chloe e perguntar quando iremos as comprar para seu material de faculdade. — Está bem, mãe, boa noite. — Boa noite princesa. Quando mamãe saiu do meu quarto, eu organizei minhas coisas em uma caixa, depois vejo o que faço com esse material didático. Atravessei a porta do meu quarto e fui até ao escritório da mamãe para imprimir monografia e encadernar, ao amanhecer, irei até a faculdade, a data da defesa foi marcada para sexta-feira. Tempo suficiente para me focar em argumentação. Estava no quarto, deitada na cama sonecando quando sinto as mãos quentes sob a minha pele. Eu sabia que era Matteo, papai nunca entrou sem bater, além dele, ninguém mais está autorizado a se aproximar dos nossos quartos, exceto em casos de emergência. — Eu senti muito sua falta, Matteo. Eu murmurei, desfrutando do seu toque poderoso. — Eu também, durma, eu só queria te ver.
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