CAPITULO 03

2269 Palavras
BELLA (Fênix) Após anda pela casa inteira que estava vazia o meu peito sentiu um aperto enorme por ter que ir embora, mais estou motiva a ir. De alguma forma coisas absurdas pareciam me seguir e depois de todo esse tempo, parece estar aumentando mesmo fazendo o possível para minha mãe não desconfiar e agora, estamos nos mudando para Forks — Washington. Para todos sou Isabella Masen, filha adotiva de Elizabeth Masen e Charlie que faleceu, de acordo com que me contaram — Meus pais biológicos morreram num acidente de carro e estava junto e somente eu sobrevivi à tragédia então depois fui adotada; agora somos somente nos duas e estamos tentando nos habituar a essa nova perspectiva. Depois de toda a mudança pronta, olhava ao redor da casa vazia e subi pegando minha bolsa e desvie o olhar para o espelho — Decidi vesti uma calça preta e all star vermelho, blusa de alça também na cor vermelha "minha cor preferida" não sei dizer o motivo talvez pelo meu cabelo, abri a bolsa e passei batom, aproveitando para passar os dedos pelos meus cabelos avermelhados. Dei uma virada e vejo minha cicatriz de nascença que parecia ter crescido mais uns centímetros, parecia mais um pássaro vermelho não sei direito, minha mãe me levou ao médico que disse que era marca de nascença e como meu corpo estava crescendo com o passar de tempo a marca também iria crescer, suspiro pegando a única jaqueta preta que não coloquei na mudança. —Filha! Vamos… esta na hora — Ouvir minha mãe chamando-me. —Já estou descendo —Falei olhando o quarto por uma última vez e a encontrei na porta da frente sorrindo e depois entregou a chave para o próximo morador, pois, é uma casa alugada e antes do meu pai morrer em seu testamento ele deixou uma casa no nome da mamãe e um bom dinheiro vivermos estáveis. Lembrar dele dava uma saudade, pois, foi sempre um pai atencioso e carinhoso comigo; olhei pela janela do carro e tirei meu fone quando percebi que chegamos no aeroporto, desci enquanto minha mamãe pagava o táxi e fomos para entrada com as poucas bagagens que viram conosco no avião. —Vou ao banheiro, fique atenta para quando for informar o nosso voo — Balancei a cabeça concordando e guardei meu fone, sentei puxando as malas para perto, abri minha bolsa para pegar uma garrafa d'água. Estava terminando de guardar quando minha mãe voltou e sento ao meu lado, a mesma ficou verificando as passagens e documentos por alguns minutos quando ouvimos ser a chamada para o nosso voo, a segui com as malas enquanto, mostrava a passagem. — Sejam bem-vindas — Agradecemos entrei atrás da mamãe que procurava eufórica nossa poltrona. —Achei, venha filha! — Chamou e rapidamente guardei as malas no bagageiro e sentei na poltrona da janela, fiquei olhando pela janela dizendo adeus a Arizona que foi bom lugar para morar e "Olá Forks" estou chegando. Depois de horas chegamos ao nosso destino. {******} Quando que amanheceu e abri meus olhos, vi estar num quarto diferente e bem aconchegante ate que a casa é bonita e iluminada bem mais que a do Arizona e agora era definitivamente nossa. Fiquei hora olhando a casa inteira e gostei, esperava que aqui a mamãe pudesse ter uma vida nova longe dos tormentos, problemas e coisas absurdas que me acontecia. No começo dos meus 6 anos era muito descuidada e machucava muito, porém, tinha um processo de cicatrizavam acelerado, mais o machucado pior foi com 9 anos que tive que levar pontos, então... com medo de ser levada ao hospital, coloquei minha mão encima e o machucado deixou de existir — Claro foi muito estranho, mas era apenas uma criança que temia hospitais. Depois coisas estranhas aconteceram ao meu redor que não conseguia explicar, como quando passava a minha mão nelas e curavam rapidamente como aconteceu com minha avó Marie que tinha câncer, fomos visita-la e entrei sozinha sem meus pais perceberem no seu quarto quando dormia, toquei no lugar onde estava r**m, ela ficou muito melhor e mais saudável, contudo meses depois o câncer voltou e ela acabou morrendo, parece que fiz a doença desaparecer temporariamente. Quando criança quebrava as coisas numa facilidade "minha mãe dizia que sou mega desastrada", pois, quebrei ate a porta de geladeira "Esta mais forte que o hulk" — Meu pai na época debochou e eles acreditavam que a geladeira devia estar quebrada e com isso acabou saindo fácil, bem... essas coisas absurdas estavam começando a ser estranha e piorou quando um namorado o Jonathan "um i****a" que descobri estar me traindo e no processo acabei o mandando para o hospital e olha que foi apenas um soco e teve outras coisas mais desnecessárias sem comentários "era muito briguenta" Olhei as horas e levantei para tomei banho e vesti uma calça jeans com uma bata preta, blusa branca e a jaqueta vermelha, passei maquiagem mais leve e batom vermelho, penteei meus cabelos rebeldes, girei a cama e achei minha bolsa no chão, desci apressada as escadas e senti o cheiro de bacon. —Bom Dia... Mãe — Fala a abraçando no processo, depois de sentarmos para toma-café da manha ela me explicou onde tinha me matriculado e disse que iria comigo mesmo eu não sabendo o motivo de tudo isso. Depois de terminarmos, saímos indo para a Ferrari chamativa da mamãe, passando pouco tempo tínhamos chegado "pelo jeito tudo aqui era perto" Estamos na “Forks University” a única que tinha e claro todos olharam quando eu e minha mãe saímos, contorci quando umas enxurradas de vozes vieram aos meus ouvidos que andavam bastantes sensíveis, era algo muito estranho como conseguia ouvir conversar que estão longe e conseguia ouvir muitos fofocando algo que não era novidade, ainda mais numa cidade pequena. Andava com passos firmes ao lado da minha mãe que olhava ao redor e sorria, a puxei para irmos sala da diretoria e ela ficou conversando com o diretor e quando saiu sorriu até demais pro lado da minha mãe. Levantei meio emburrada, pois, acabei ouvindo a conversa que estava sendo baixa, mais para mim não… o Diretorzinho de meia tigela estava cantando minha mãe. —Filha já conversei com o diretor e você pode ir direto para a sala — Falou sorrindo e o Diretor concordou e nem dei bola para ele. —Esta certo! Mas como vou volta para casa? — Pergunto já que meu carro nem chegou ainda. —Não tem problema, te busco — Comentou tranquila. —O Quê! Nem pensar o que vai virar, sabe que eu não gosto disso — Sussurro nervosa e ela me repreendeu de leve. —Querida o seu carro ainda não chegou e vamos parar de enrolação — Dona Eliza deu seu intimado e na mesma hora o sinal tocou, olhei erguendo a testa para esse barulho infernal, coitado dos meus ouvidos "Já citei o quando meus ouvidos são sensíveis?" Depois de despedi dela peguei minha bolsa e fui para a sala de n° 3 que nem fazia ideia de onde poderia ser, ate ter a sorte ouvi uma garota dizendo que a primeira aula dela seria na mesma sala que preciso estar e andei apresada atrás da garota, parei respirando fundo e peguei o papel dos meus horários e agora eram direitos civis, quando ia sentar tive o azar do professor chato pedindo para me apresentar. —Sou Isabella Masen, tenho 18 anos e como já sabem sou novata — Digo com desdenha e alguns caíram na risada. —Alguém tem alguma pergunta? — Perguntou o professor e um garoto levantou a mão. —Fala Mike — Falou o professor com presa. —Você tem namorado? — Pergunta sorrindo e todos caíram na gargalhado, vejo os garotos esperando minha resposta e revirei os olhos. —Não — Murmuro e os garotos suspiraram animados e a garota olhavam-me raivosas. Meu Deus! Ate na universidade tem essas besteiras do colégio? — Logo o professor mandou sentar e as aulas se passaram estritamente normais, mas fica difícil concentrar quando conseguia ouvir todos falando de mim. Quando o sinal tocou, sai o mais rápido possível até esbarra num garoto que parecia confuso. —Desculpa! —De boa! Olá Isabella Sou Eric, qual sua próxima aula? — Pergunta me olhando e passei minha bolsa pro outro braço. —Ah! Oi!? Prefiro somente Bella e a próxima aula e no prédio 2 Química — Tentava ser simpática, ele não tinha culpa se estava de mau-humor. Fomos andando, enquanto, ele falava das aulas e matérias, não parava nem para respirar, eu apenas ouvia o que tinha para falar, já que o mesmo falava bastante e parecia ser do tipo Nerd. —Chegamos e seja bem-vinda a universidade, se precisa de ajuda nas matérias conte comigo — Fala e agradeço entrando apresada, pois nos requisitos ajuda não precisava. Depois disso as outras aulas foram rápidas e na última fiz questão de guardar minhas coisas no armário e conferi o cadeado, após isso, comecei a seguir os outros alunos na direção do refeitório, uma garota chamada Jessica convidou para sentar com ela, mais não aceitei parece ser a categoria de garota invejosa e fofoqueira que tanto odeio, pois, ouvi a mesma soltando a língua para falar mim e depois vem se fingindo de simpática… Aff! Continue andando e pude vê o refeitório lotado, antes de entrar senti uma tontura estranha que precisei encosta na porta, de alguma forma podia sentir uma presença e um cheiro totalmente diferente será que ninguém mais sentia? Minha cabeça rodava e mesmo assim entrei passando pelas pessoas, aproximei do local aonde servia comida, mas de alguma forma a fome passou, dei uma rápida olhada na máquina de comida e passei pelas mesas, procurando sentar numa mais perto da janela que tivesse boa ventilação para clarear minha mente — Passei a mexer na comida sem muita vontade, mais quando ia leva a comida na boca, afastei rapidamente e começo a ter uma mesma sensação como se tivesse algo se aproximando, veio uma tontura suava e minha cabeça girava. Olhei pelos lados e foi quando os vejo, eles também olhavam para mim da mesma forma, como se sentíssemos a mesma coisa, meus olhos arderam com a sensação que sentia emanava daqueles cinco que pareciam ter algo fora do comum — O cheiro que nunca cheguei a sentir vinha deles que logo se sentaram e não conversava entre si o que estranhei já que o refeitório inteiro conversava e as vozes vinham direto dos meus ouvidos e comecei a sentir uma dor de cabeça chata. Observei eles e tinha o homem bastante musculoso de cabelo n***o com um sorriso debochado e "serio às vezes", seus olhos eram num azul intenso diferente do comum. O outro, era magro e olha pelos lados como se tivesse preparado para se defender de alguém, cabelos loiros já seus olhos eram negros como a escuridão mais intensa… o outro homem bem... de algum jeito chamou minha atenção "não sou de ferro". Ele era alto e parecia bem forte sem tanto músculo quanto ao outro, sua expressão estava neutra e às vezes olhava-me com curiosidade, não conversavam nada sobre mim, apenas banalidades; seu cabelo parecia num tom caramelo e seus olhos num verde brilhante, parecia difícil não admirar esses olhos, depois de ficarmos nos olhando, precisei voltar minha atenção para a bandeja e tentei comer algo, peguei a maçã dando uma mordida e foi quando algo chegou aos meus ouvidos há tal a garota Jessica parecia estar falando de mim. (Aquela garota! A chamada Isabella... a coisinha debochada) (Ela é muito legal Jessica) — Eric (Você fala isso, pois, ficou gamado nela) — Jessica soltando seu veneno. (Quem não fica ela é muito gata!) — Mike (Seu i*****l! Era só o que falta estar enfeitiçada por ela) — Jessica (Ela é mesmo muito gostosa) — Tyler (Olha como fala seu nojento!) (Chega! A única coisa que sei é que ela é uma tremenda i****a se achando por ser a novidade do momento, olha como é metida preferiu ficar sozinha) — Jessica Narrando foi mais o menos assim "claro que me chamou coisas piores" Já não estava muito bem e agora vem essa garota — Estava de saco cheio e sentia a raiva crescendo, sabia o que poderia acabar acontecendo se não me controlar. O nervosismo e a raiva foram com tudo e observei ter um copo de suco na mão dela e concentrei nele olhei meu reflexo na colher e meus olhos estavam mais escuros que o normal num vermelho vivo e chocante, passei a mão no cabelo que estava mais avermelhados. Apenas sentia esse sentimento sair e foi quando o copo de Jessica quebrou na sua mão e acabou ficando alguns cortes, pois, tinha sangue... Deu um grito que chamou atenção de todos para a mesa dela. Na hora assustei-me olhando pelos lados e encontrei os cinco me olhando assustados, a única coisa que fiz foi leva meus cabelos para tampa meu rosto e sai pela porta aproveitando que todos estavam de olho na tagarela que dizia que estava forte ao ponto de aperta o copo "que tola mesmo" Andava sem olhar para trás com medo do olhar dos cinco estranhos e passei rápido para pegar minha bolsa indo para o banheiro e o que via no espelho me assustou. Estava pálida, meus lábios meio vermelhos ao contrário do meu cabelo que ficou mais avermelhado e meus olhos como posso dizer... parecia lentes, pois, estavam vermelho e meu corpo tremia todo.
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