Capítulo 68: Identidade oculta

1349 Palavras

Em um porão escuro e sombrio, onde a luz do dia nunca ousava penetrar, uma cena de puro terror e escuridão se desdobrava. O ar estava pesado com o cheiro de cera derretida e enxofre, misturado com o odor metálico de sangue antigo. Velas vermelhas queimavam em suportes de ferro torcido, lançando sombras dançantes nas paredes de pedra áspera, cobertas de musgo e fuligem. O ambiente era abafado, como se o próprio porão estivesse respirando, exalando a escuridão e o m*l que ali residiam. As paredes estavam adornadas com símbolos esculpidos em baixo-relevo, antigos e quase esquecidos pela maioria. Esses símbolos, escritos em uma língua perdida no tempo, eram assustadoramente detalhados, representando pactos demoníacos, sacrifícios e rituais que envolviam dor e morte. Estantes de madeira envelh

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