Capítulo 13

1290 Palavras

— Depois a gente se vê tá bom, mas agora eu tenho que ir.— Me despeço dela com um beijo na bochecha e ando até a porta, mas antes de passar por ela, olho pra trás e falo.— Eu espero, de coração, que você nunca precise de mim, porque eu não vou te ajudar.— Saio de lá sem esperar respostas, entro no carro e dirijo pelas ruas, estava com tanta coisa na cabeça que se pensar mais um pouco ela vai acabar explodindo. Depois de alguns minutos rodando pelas ruas, paro em frente ao orfanato, onde sempre faço doações, para ajudar as crianças carentes, essa é uma parte de mim que muitos não conhecem, chegando lá passo pelos portões e já consigo sorrir verdadeiramente, por ver várias crianças andando pra cima e pra baixo brincando enquanto soltam altas gargalhadas. — Boa tarde, madre. — Boa tarde, fi

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