Meu coração tranquilizou-se ao saber que estávamos seguros. Mas me senti m*l ao pensar que o Ricardo pudesse morrer por minha culpa, eu não queria ter mais um pecado em minha vida, as correntes que carregava já eram muito pesadas. O papai e o Henrique entraram no quarto e, ao perceberem que eu estava acordada, eles correram em minha direção. O papai beijou a minha outra mão, que não tinha acesso, e o Henrique me deu um beijo na boca sem nenhuma timidez, e eu retribuí. Ao sentir os lábios dele tocando os meus, meu coração disparou, era tudo o que eu precisava, ele era meu remédio, ele era a minha cura. O papai nos interrompeu: — Eu sei que vocês devem estar cheios de saudade, mas vamos com calma, minha menina. Todos nós rimos do ciúme que meu pai havia expressado. Estávamos todos muito e

