E as mensagens não pararam por ali. Não fora apenas pela aquela noite em que Davi não me deixou dormir e sim pelo resto das duas semanas que se passaram. A primeira noite com certeza fora a pior, além de não conseguir dormir direito, não consegui aproveitar o domingo seguinte, indo para o trabalho na segunda-feira parecendo um zumbi. Posso lembrar claramente a fisionomia na face de Joana quando me viu entrar pela porta principal do nosso andar. — O que aconteceu com a senhora? — Perguntou, esquecendo-se do bom dia que eu com certeza estava precisando receber. — Bom dia para você também Joana. — Falei. — Desculpe senhora, bom dia. — Desculpou-se. — Sem a senhora, por favor. — Pedi. Adentrei a minha sala e realmente não havia tido tempo nem mesmo de me sentar em minha cadeira — a qual

