Samuel Enfim tinha chego o dia do meu filho ir embora, e eu o arrumava devagar, querendo protelar aquilo o máximo que dava. A minha cabeça estava cheia de lembranças dos momentos em que passamos juntos à Isabella e se eu fechasse os meus olhos, até conseguia escutar a risada de ambos, enquanto brincavam como duas pessoas que se conheciam à anos. E po.rra... Como estava sendo difícil deixa-lo partir! Iria ser somente quinze dias, mas parecia que seria uma eternidade. — Papai, está triste? — ouvi a sua pergunta ecoando naquela voz fininha que eu já tinha me acostumado e me obriguei a sorrir em sua direção. — Não garotão. — baguncei os seus cabelos, arrancando dele um riso divertido e acabei sorrindo um pouco melhor ao ouvir a sua risada. — Papai não está triste, só esta com saudades de v

