09 Tortura

1096 Palavras
MB Narrando _Então estão achando mesmo que meu morro é comédia? Um velho tão inútil desse e se achando o rei delas. Olho para a Lívia e para o Roberto, e é nítido o olhar assustado dele. Ela vai se f***r, se ela própria não tirar a vida, eu mudo meu nome. Eu gosto é de ver o inferno. Lívia: O que você vai fazer comigo?_ pergunta assustada. Ela sabe que eu não tenho pena de ninguém. Roberto: Eu não fiz o que ela falou. Não me mata, por favor! _ pede, gemendo de dor, a Viviane atirou nele sem pena Lívia: Ele não fez nada! _ fala chorando. MB: Cala a boca, sua v***a desgraçada! Eu não te matei ainda por causa das suas filhas, senão eu já teria te matado há muito tempo^ Falo, dando um tapa forte na cara da Lívia. _ Ela põe a mão no rosto e começa a chorar. Olho para ela de cara feia e não sinto pena nenhuma. Ao contrário, sinto é nojo e uma vontade imensa de matar ela. Mas o dela está por vir. Pego meu celular e ligo para o JS. Ligação on MB: Vem aqui na goma da mãe da Nanda. Traz umas paradas de tortura e não esquece de trazer a arma de choque, não_ Falo olhando para a Lívia e dando risada. JS: Pra já, patrão. Chego aí em cinco minutos_ Fala, aparentemente andando. MB: Pode crê. Só não se esquece de nada_ Falo e desligo. Ligação off Realmente, esse Roberto nem imaginava onde estava se metendo. Eu vou matar esse desgraçado. Puxo uma cadeira e sento. Vejo o Roberto gemendo de dor, jogado no chão, e a Lívia em pé, chorando sem parar. Aquela cena não me comove. Nunca comoveu. Para ser dono de morro, tem que ser frio, senão cai fácil. Os dois sabe que no meu morro é proibido estrupo. Depois de alguns minutos, o JS chega com umas duas mochilas. Tá fudido esse Roberto. JS: Aqui, MB, tudo que você pediu. Mas, desculpa a pergunta: o que foi que esse velho desgraçado fez? Porque, desculpa te falar, eu nunca gostei desse velho nojento_ Fala, olhando para o Roberto com nojo. MB: Vamos fazer ele de boneca. Tava abusando da própria filha, ainda bateu na Nanda. Tu precisa ver do jeito que ela tá. E essa velha aí tava com medo de abrir a boca, mas ela nós não vamos matar, não. Só vamos dar um tratamento VIP para ela e para ele_ Falo, abrindo a mochila. JS: Oxe, por mim não tem nenhum problema. Vamos fazer ele de boneca, já que ele foi tão escroto com a própria filha_ Fala, amarrando a Lívia. Lívia: Não me amarra, por favor! Não! _ pede, chorando e se debatendo. JS: Cala a boca! Escondeu que a filha estava sendo abusada e agora quer se livrar disso? Tu tá fudida_ Fala, dando risada e com ódio. Olho para o JS e penso: "Bom menino, está fazendo do jeito que eu ensino." Depois dela amarrada, pego um pedaço de p*u grande e grosso. Olho para o Roberto, que me encara com um olhar assustado. Roberto: Por favor, não faz isso! Isso não, por favor! pede, quase gritando e gemendo de dor_ fala asustado e eu do risada MB: Tenho certeza de que você não parou quando a Nanda te pediu por favor_ Falo, virando ele de costas. JS: Engraçado esses abusadores. Fazem o que bem querem com quem não pode se defender, mas, quando vão fazer com eles, não gostam_ Fala, segurando ele para eu começar a enfiar o pauuu Continuo enfiando o pauuu sem nenhum pudor. Ele tenta se soltar, mas não consegue. Grita, mas isso é música para os meus ouvidos. Eu não me importo de escutar gritos, desse cuzão do c*****o. Lívia: Não faz nada com ele! _ pede, chorando. MB: Larga ele, JS. Pega essa mulher e da uma nela também_ Falo com ódio da Lívia. JS: c*****o, tem gente que não tem noção! Vê a filha sofrendo e ainda defende esse desgraçado_ Fala, jogando água nela e a mantendo presa, enquanto ela se debate O JS pega uma madeira e começa a bater na Lívia, que grita sem parar, porr@ chega da agonia. Roberto: Ela não teve culpa de nada. Quem fez tudo fui eu. Eu sempre ameacei ela, então não faz nada com ela_ Fala fraco, de tanta dor. Enfiei o pauu nele ate ele desmaia, depois joguei agua e ele acordou assustado e gemendo. MB: E quem disse que vamos fazer alguma coisa com ela? JS, pega as facas que vamos dar um fim nesse cuzão_ Peço, frio. Lívia: Na minha frente, não! Por favor, na minha frente, não! _ pede, com o corpo todo machucado, o JS deu madeirada nela sem dó MB: Na sua frente mesmo. Sua filha era abusada na sua frente e você não fazia absolutamente nada. Então aguente as consequências_ Falo, começando a cortar o Roberto, que está fraco no chão. Eu e o JS começamos a corta ele vivo, depois dele todo cortado, jogamos ele dentro de uma lata e tocamos fogo, o fedor de carne queimando subiu na hora, eu e o JS ficamos olhando ate o corpo virar cinzas. Lívia: Vocês realmente mataram ele_ fala chorando. MB: Cala a boca, sua velha desgraçada_ Falo, dando tapas no rosto dela. JS: Pode chorar no corpo agora. Corpo não... cinzas_ Fala, limpando tudo que usamos. Eu solto ela, e ela se joga no chão. Vejo as lágrimas dela, e aquilo me deixa satisfeito. Se ela não se matar, vai querer se vingar, e vai ser aí que ela vai morrer. Eu não penso duas vezes antes de matar ela. Depois de tudo arrumado, saio dali com o JS. Ele olha para ela friamente e dá uma risada de lado. MB: Já terminou de ajeitar as paradas lá na boca? _ pergunto sério, olhando para ele. JS: Já sim_ Responde tranquilo. MB: Pode deixar essas paradas na boca e depois ir para sua goma. Aproveite a tia Jurema, porque ela merece_ Falo de cara fechada. JS: Valeu aí, MB. Tô precisando de um momento assim com a minha coroa_ Fala com os olhos brilhando. Subo na moto e saio dali cantando pneu. Vou ver como está a Fernanda. Imagino o quanto ela está m*l, mas também quero imaginar como a Lívia vai ficar. Deixei seguranças na porta da casa dela e tranquei tudo muito bem. Se ela não se matar, com o tempo eu mesmo dou um jeito de matar ela.
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