MB Narrando
Depois de ter usado pra c*****o na boca, volto para o meu barraco. Não vou para o meu quarto; entro no quarto da Nanda e me deito com ela, abraçando. Ela se aconchega nos meus braços, e eu fico ali por alguns minutos, apenas sentindo a presença dela, depois acabo pegando no sono, o corpo pediu isso.
Eu não sei nem por que estou com a Viviane. Para f***r bem, existem várias que fodem. Eu posso simplesmente largar ela e fazer dela minha p**a particular. Ela não sabe nem se comportar como mulher de patrão.
Saio do quarto e deixo a Viviane lá sozinha. Não estou a fim de ir para a boca agora. Vou é procurar alguma coisa para comer.
Quando chego à cozinha, ainda tem comida de ontem. Pelo jeito, m*l arrumada, quem guardou foi a Viviane. Só poderia ser ela, a Viviane nãofaz nada direito...
Depois de estar de barriga cheia ter certeza que a Viviane tinha saído com a Larissa, subo as escadas. A Nanda ainda está no quarto.
MB: Nanda, abre aqui. — falo, batendo na porta, já que a mesma está trancada.
Nanda: O que você quer, MB? — pergunta com a voz sonolenta.
MB: Quero falar com você. — falo, perdendo a p***a da paciência.
Estou sendo muito mole com essa p***a. Mas também nunca pegaria ela à força. Isso vai contra todos os meus princípios.
Nanda: Que foi, MB? Eu estava dormindo. — fala, abrindo a porta do quarto, com a cara toda amassada.
MB: Eu vim te ver. Você me colocou para fora do quarto, mas, mesmo assim, eu estou doido para ficar perto de você. — falo, puxando de leve pelo cabelo dela e beijando seu pescoço.
Nanda: Para de fazer isso. Você sabe que nós dois não vamos rolar. — fala com a voz manhosa.
MB: Eu quero você, c*****o! Qual é a parte de “eu quero você, independentemente de qualquer coisa” que você ainda não entendeu? — pergunto, pegando-a no colo.
Ela passa as pernas pela minha cintura e fica me olhando. Pela respiração acelerada e pelo jeito como me encara, dá para perceber o quanto ela está mexida com tudo aquilo.
Nanda: Para você fazer comigo a mesma coisa que faz com a Viviane? Sair me traindo com todas as mulheres do morro? — fala, fazendo um bico enorme.
MB: Sua irmã me dá motivos. Você é diferente. Você é uma bonequinha de luxo. — falo, mordendo de leve o lábio dela.
Meu desejo fala mais alto, mas, depois de tudo o que aconteceu com ela, eu sei que não posso simplesmente agir por impulso.
Nanda: Isso está errado, MB. Eu prefiro que não...
Não espero ela terminar.
Beijo a boca dela. Um beijo intenso, daqueles capazes de tirar o fôlego. Vou até a porta ainda beijando-a e a tranco. Não quero que ninguém entre aqui.
Deito Nanda na cama devagar e continuo beijando-a. Consigo perceber que ela também está envolvida, mas não quero forçar nada. Eu queria ter sido o primeiro dela, infelizmente aquele desgraçado tirou isso de mim.
Nanda: Ahhh, MB... — geme baixinho assim que começo a chupar o peito dela
MB: Gostosa... eu posso? — pergunto, esperando a resposta dela.
Meus dedos estão por cima do shorte dela.
Nanda: Pode... — responde, ainda perdida entre o desejo e a insegurança. Quando eu meto dois dedos dentro da b*******a dela ja esta toda molhadinha.
Por alguns segundos, esqueço todo o resto. Só existe ela ali, comigo.
Quero que ela saiba que pode confiar em mim, que não precisa sentir medo.
MB: Quer que eu pare? — pergunto, olhando nos olhos dela.
Ela respira fundo, mas parece hesitar.
Nanda: Está tão gostoso... — fala, mordendo os lábios.
MB: Quer que eu continue?_ pergunto pincelando meu m****o grande e grosso ma entrada da b*******a dela
Ela se arrepia, mas, na mesma hora, parece ter um choque de realidade. Seus olhos se abrem e ela fica sem reação.
Nanda: Não...
Na mesma hora, paro tudo.
MB: Calma, Nanda. Sou eu que estou aqui. Eu não vou te fazer m*l. — falo, abraçando-a.
A vontade que eu estava de f***r passa na hora. Só consigo pensar nela e em tudo que já fizeram com ela.
Nanda: Mesmo assim... eu só faço tudo errado. Primeiro, meu próprio pai abusou de mim, tudo porque eu ficava chamando a atenção dele, mesmo sem essa ser a minha intenção. Agora você, meu cunhado, está assim comigo... — fala, se encolhendo.
Meu peito aperta ao ouvir aquilo.
MB: Seu pai era um monstro. Você nunca chamou a atenção dele para que aquilo acontecesse. Nunca foi culpa sua. E, segundo... eu estou louco por você, p***a. Não quero te machucar, muito menos ver alguém te machucando. Eu só quero você. — falo, fazendo carinho no rosto dela.
Nanda: Mas está errado... — fala, ainda se questionando.
MB: Talvez esteja. Mas ninguém manda no coração, minha pequena. — falo, beijando a testa dela.
Eu sei que estou errado. Sou bandido, p***a. Como fui me apaixonar justamente pela minha cunhada?
Mas é essa mulher que eu quero.
E vai ser com ela que eu vou ficar.
Que se dane a Viviane e o restante do morro. Não estou nem aí para o que qualquer um deles vai pensar.
Me aproximo dela devagar e abraço a mesma, ela não se afasta, só se encolhe com o corpo um pouco tremendo.