Fazer de minha amante

907 Palavras
MB Narrando Depois de ter usado pra c*****o na boca, volto para o meu barraco. Não vou para o meu quarto; entro no quarto da Nanda e me deito com ela, abraçando. Ela se aconchega nos meus braços, e eu fico ali por alguns minutos, apenas sentindo a presença dela, depois acabo pegando no sono, o corpo pediu isso. Eu não sei nem por que estou com a Viviane. Para f***r bem, existem várias que fodem. Eu posso simplesmente largar ela e fazer dela minha p**a particular. Ela não sabe nem se comportar como mulher de patrão. Saio do quarto e deixo a Viviane lá sozinha. Não estou a fim de ir para a boca agora. Vou é procurar alguma coisa para comer. Quando chego à cozinha, ainda tem comida de ontem. Pelo jeito, m*l arrumada, quem guardou foi a Viviane. Só poderia ser ela, a Viviane nãofaz nada direito... Depois de estar de barriga cheia ter certeza que a Viviane tinha saído com a Larissa, subo as escadas. A Nanda ainda está no quarto. MB: Nanda, abre aqui. — falo, batendo na porta, já que a mesma está trancada. Nanda: O que você quer, MB? — pergunta com a voz sonolenta. MB: Quero falar com você. — falo, perdendo a p***a da paciência. Estou sendo muito mole com essa p***a. Mas também nunca pegaria ela à força. Isso vai contra todos os meus princípios. Nanda: Que foi, MB? Eu estava dormindo. — fala, abrindo a porta do quarto, com a cara toda amassada. MB: Eu vim te ver. Você me colocou para fora do quarto, mas, mesmo assim, eu estou doido para ficar perto de você. — falo, puxando de leve pelo cabelo dela e beijando seu pescoço. Nanda: Para de fazer isso. Você sabe que nós dois não vamos rolar. — fala com a voz manhosa. MB: Eu quero você, c*****o! Qual é a parte de “eu quero você, independentemente de qualquer coisa” que você ainda não entendeu? — pergunto, pegando-a no colo. Ela passa as pernas pela minha cintura e fica me olhando. Pela respiração acelerada e pelo jeito como me encara, dá para perceber o quanto ela está mexida com tudo aquilo. Nanda: Para você fazer comigo a mesma coisa que faz com a Viviane? Sair me traindo com todas as mulheres do morro? — fala, fazendo um bico enorme. MB: Sua irmã me dá motivos. Você é diferente. Você é uma bonequinha de luxo. — falo, mordendo de leve o lábio dela. Meu desejo fala mais alto, mas, depois de tudo o que aconteceu com ela, eu sei que não posso simplesmente agir por impulso. Nanda: Isso está errado, MB. Eu prefiro que não... Não espero ela terminar. Beijo a boca dela. Um beijo intenso, daqueles capazes de tirar o fôlego. Vou até a porta ainda beijando-a e a tranco. Não quero que ninguém entre aqui. Deito Nanda na cama devagar e continuo beijando-a. Consigo perceber que ela também está envolvida, mas não quero forçar nada. Eu queria ter sido o primeiro dela, infelizmente aquele desgraçado tirou isso de mim. Nanda: Ahhh, MB... — geme baixinho assim que começo a chupar o peito dela MB: Gostosa... eu posso? — pergunto, esperando a resposta dela. Meus dedos estão por cima do shorte dela. Nanda: Pode... — responde, ainda perdida entre o desejo e a insegurança. Quando eu meto dois dedos dentro da b*******a dela ja esta toda molhadinha. Por alguns segundos, esqueço todo o resto. Só existe ela ali, comigo. Quero que ela saiba que pode confiar em mim, que não precisa sentir medo. MB: Quer que eu pare? — pergunto, olhando nos olhos dela. Ela respira fundo, mas parece hesitar. Nanda: Está tão gostoso... — fala, mordendo os lábios. MB: Quer que eu continue?_ pergunto pincelando meu m****o grande e grosso ma entrada da b*******a dela Ela se arrepia, mas, na mesma hora, parece ter um choque de realidade. Seus olhos se abrem e ela fica sem reação. Nanda: Não... Na mesma hora, paro tudo. MB: Calma, Nanda. Sou eu que estou aqui. Eu não vou te fazer m*l. — falo, abraçando-a. A vontade que eu estava de f***r passa na hora. Só consigo pensar nela e em tudo que já fizeram com ela. Nanda: Mesmo assim... eu só faço tudo errado. Primeiro, meu próprio pai abusou de mim, tudo porque eu ficava chamando a atenção dele, mesmo sem essa ser a minha intenção. Agora você, meu cunhado, está assim comigo... — fala, se encolhendo. Meu peito aperta ao ouvir aquilo. MB: Seu pai era um monstro. Você nunca chamou a atenção dele para que aquilo acontecesse. Nunca foi culpa sua. E, segundo... eu estou louco por você, p***a. Não quero te machucar, muito menos ver alguém te machucando. Eu só quero você. — falo, fazendo carinho no rosto dela. Nanda: Mas está errado... — fala, ainda se questionando. MB: Talvez esteja. Mas ninguém manda no coração, minha pequena. — falo, beijando a testa dela. Eu sei que estou errado. Sou bandido, p***a. Como fui me apaixonar justamente pela minha cunhada? Mas é essa mulher que eu quero. E vai ser com ela que eu vou ficar. Que se dane a Viviane e o restante do morro. Não estou nem aí para o que qualquer um deles vai pensar. Me aproximo dela devagar e abraço a mesma, ela não se afasta, só se encolhe com o corpo um pouco tremendo.
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