KLAUS:
Meu sangue congela. As palavras dela cortam mais fundo do que qualquer tapa ou soco poderia. Meu aperto no pescoço dela afrouxa por um instante, mas só para que eu possa puxá-la pela cintura e jogá-la contra a bancada da cozinha.
— Nunca vou ser ele? — repito, minha voz baixa, carregada de sarcasmo. — Você tem razão, Amerie. Eu nunca vou ser o Nico. Sabe por quê? Porque eu faço você sentir coisas que ele nunca vai conseguir.
Ela tenta se afastar, mas eu seguro seus pulsos, prendendo-a de costas contra a bancada. Meu corpo está tão próximo do dela que consigo sentir sua respiração acelerada. Seu perfume exalando invade minhas narinas e me deixa ainda mais embriagado, mas dessa vez por ela, será que seu gosto é tão doce quanto seu cheiro? Não vou poupar esforços para descobrir
— Me solta, Klaus... — a voz dela falha, mas agora tem algo a mais: não é só medo.
Inclino-me sobre ela, meu rosto tão perto que nossos lábios quase se tocam.
— Você acha que pode me provocar assim e sair ilesa? — digo, com o tom baixo e ameaçador. — Eu vou te mostrar que você é minha. Só minha.
Minha mão desce pela curva da cintura dela, apertando-a com força contra meu p*u, enquanto ela se contorce fazendo ele ficar mais duro do que já estava, Ela diz uma coisa, mas o seu corpo...ele a trai, e releva seu verdadeiro desejo
— Não tenta negar, Amerie. Seu corpo já me entregou.
Ela tenta resistir, mas eu vejo o fogo nos olhos dela. Aquela luta entre a raiva, o desejo, e a culpa.
— Klaus, por favor...
Eu a viro de frente para mim, segurando seu rosto com firmeza.
— Por favor, o quê? Me diz. Você quer que eu pare? Ou quer que eu continue?
Ela não responde. Seu silêncio é tudo o que preciso ouvir.
Continuo segurando seu pescoço com força enquanto minha outra mão desliza lentamente pelo seu corpo. Quando finalmente alcanço sua i********e, não perco tempo. Deslizo dois dedos para dentro dela e começo a mover rápido, sem dar espaço para ela resistir. Seus gemidos inicialmente contidos começam a escapar sem controle, cada som mais alto que o anterior, me deixando completamente insano.
— Agora sim... — murmuro contra seu ouvido, com a voz rouca de desejo. — É pra mim que você tem que gemer, c*****o. Só pra mim, ouviu?
Seus olhos estão vidrados, seu corpo entregue, mas ainda assim, algo dentro de mim quer mais. Preciso que ela saiba que não tem escapatória. Solto seu pescoço, mas imediatamente seguro seu rosto com as duas mãos e invado sua boca, tomando-a como minha. Nossas línguas se encontram num choque de sabores — o gosto forte do meu uísque se mistura com a doçura natural dela. É uma combinação avassaladora, e o beijo se torna ainda mais feroz, quase desesperado.
Beijo ela sem parar, até que o ar nos falta, e somos obrigados a nos separar por um breve momento. Mas antes que eu possa retomar o que começamos, ela me empurra com força, quebrando o feitiço.
— Não! Para! — sua voz é firme, mas há algo quebrado nela, algo que me enfurece e me atrai ao mesmo tempo. — Eu já disse, isso é errado, Klaus. Não podemos fazer isso.
Minha mandíbula trava. Tento me segurar, mas não consigo.
— Errado? — avanço um passo, minha voz baixa, quase um sussurro carregado de raiva e desejo. — Errado é você continuar fingindo que não sente nada por mim, Amerie. Errado é tentar negar essa merda que tá queimando entre a gente.
Ela balança a cabeça, desviando o olhar, como se minhas palavras fossem demais para ela.
— Isso não é real, Klaus.
Aquelas palavras me atingem como uma faca. Meu sangue ferve, e antes que perceba, a empurro novamente contra a parede, meu rosto a centímetros do dela.
— Não é real? — meus olhos cravam nos dela, desafiando-a a sustentar o olhar. — Tem certeza disso, Amerie? Porque seu corpo tá me dizendo outra coisa.
Ela hesita, mordendo o lábio, mas então ergue o queixo como se estivesse tentando se convencer.
— Tenho certeza. Agora me deixa sair. Eu preciso voltar pra cama.
Relutante, dou um passo para trás, abrindo caminho, mas minha raiva ainda está pulsando sob a pele. A vejo se afastar, cada passo dela uma maldita tortura. Quando a porta da cozinha se fecha, minha frustração explode.
— MERDA!
Dou um soco na parede, minha mão latejando com a dor. Mas isso não é nada comparado ao fogo que ela deixou queimando dentro de mim. Volto para o quarto, mas o sono não vem. Fico encarando o teto, cada segundo passando como uma eternidade, até que os primeiros raios de sol atravessam a janela.
Decido tomar um banho, na esperança de esfriar a cabeça, mas m*l a água toca minha pele e minha mente é inundada por ela. O som dos gemidos dela ainda ecoa nos meus ouvidos, a sensação de tê-la gemendo só com meus dedos, de seus lábios nos meus, da pele quente contra a minha...
Antes que perceba, estou completamente duro, meu corpo clamando por alívio. Fecho os olhos e me entrego às memórias, minha mão deslizando lentamente enquanto imagino o que poderia ter acontecido se ela não tivesse ido embora. Se meus dedos já fizeram ela ficar assim, não quero nem imaginar como ela ficaria ao ter meu p*u todo dentro dela
— Caralho... — murmuro, minha respiração pesada.
Me vejo fodendo ela sem piedade, arrancando cada grito, cada gemido, até que ela não consiga mais dizer nada além do meu nome. Meu coração acelera, minha mão se move mais rápido, e minha mente está completamente dominada por ela.
— p***a, Amerie... — urro, sentindo o ápice se aproximar.
Meu corpo estremece quando g**o, minha cabeça inclinada para trás enquanto o prazer me consome. Mas a força do momento me faz perder o controle. Dou um golpe no box de vidro, que se estilhaça ao meu redor, os pedaços caindo no chão.
Ofegante, encaro o caos que acabei de criar, o peito subindo e descendo com violência.
— Filha da puta... — murmuro para mim mesmo, sabendo que, não importa o quanto tente, nunca vou conseguir tirá-la da minha cabeça.
O barulho chama atenção de Marta que estava dormindo e acorda desesperada
—KLAUS, OQUE FOI ISSO? VOCÊ ESTÁ BEM MEU AMOR? MEU DEUS OQUE FOI QUE ACONTECEU NESSE BANHEIRO?
—Se acalme, Está tudo bem Marta, esses boxes de vidro não são confiáveis, volta e meia eles estouram sem explicação,isso é normal
—Mas amor, você está sangrando
Vejo que cortei um pouco meus pés, e o braço, mas nada muito grave, apenas cortes superficiais
—Esta tudo bem, foi só um susto, vamos ligar pra empresa vir aqui arrumar isso, hoje mesmo já deve ser restaurado, agora pegue um chinelo pra mim porfavor, e uma toalha limpa
Como eu pedi Marta fez, ela também se atenta a fazer um curativo simples em mim, mesmo eu falando que não precisava, ligo para a empresa de construções e explico a situação do box, eles prontamente dizem que já estão a caminho e que ainda hoje conseguem resolver e finalmente eu termino de me arrumar para tomar café, quero ver no rosto da Amerie, se ela vai ter coragem de ignorar tudo que rolou com a gente ontem, estou ansioso para saber se ela vai fingir que nada aconteceu