Uma hora todos precisam encarar os seus demônios, não tem como evitar, mesmo que queira não poderá fugir por muito tempo. E eu precisava encarar o meu, então atendi o telefone que no visor estava o nome da minha mulher. - Alô. - Alô!? - Exasperou, surpresa por eu atender - Mas que! Felipe, o que deu na sua cabeça? Por que não me atendeu? Estou te ligando há malditas duas semanas, qual é o seu problema? - Estava resolvendo as coisas, eu iria te retornar. Você melhorou? - Não! Não! Não venha perguntar sobre mim, seu..seu cretino! - Rafa.. - O que você está fazendo? - Questiona pausadamente. Ela sabe, mas parece querer ouvir da minha boca. Parece que só assim será real. Compartilho do mesmo sentimento, mesmo que esteja parado no salão principal da nova mansão, que está impecável. C

