Capítulo- LXXVIII. Encarcerado " A mente é campo desconhecido que te faz prisioneiro de suas artimanhas . " Cícero Fico a refletir sobre o porquê de alguém que afirma te amar acima de tudo no mundo, que sempre valoriza sua presença, deliberadamente escolhe te ferir pelas costas. É incompreensível para mim que uma pessoa que sempre prometeu amor possa trair de forma tão vil e c***l. Isso aconteceu comigo, e está acontecendo agora. Não sei há quantos dias estou preso nesse lugar, cercado por muros altos de pedra e câmeras em cada canto, duvido que exista um ponto cego. Essas câmeras giram como olhos vigilantes, observando tudo e todos. Somos como prisioneiros, na verdade, até piores, pois a vigilância aqui é intensa. Não tenho ideia de como é o mundo além dos portões; nem mesmo

