— Pai! Grito, pulando da cama e percebendo o quanto estou encharcada. A porta se abre e Matheus aparece, como sempre, de cueca e com uma expressão desorientada. Engulo em seco. — O que aconteceu? Ele pergunta, entrando no quarto e indo direto para a minha cama. Me movo rapidamente para que ele não perceba o quanto estou molhada, me cobrindo com o lençol. — Estou bem. Murmuro, sentando na beirada. — Outro pesadelo? Ele pergunta, sentando ao meu lado e me puxando pela cintura, me virando de lado e me colocando com as pernas abertas sobre o colo dele. O contato é doloroso para nós dois, porque estou muito sensível depois daquele sonho. A umidade entre as minhas pernas vai me denunciar a qualquer momento. Ele grunhe, pressionando a minha cintura enquanto eu engulo um suspiro, mordendo o lá

