VALENTINA CACCINI NARRANDO. O meu corpo reagiu instantaneamente àquilo, não por vontade própria, mas pelo medo que ele me impunha. As suas mãos começaram a deslizar pelo meu corpo, tirando o roupão com uma familiaridade fria e invasiva. Eu queria afastar as suas mãos, queria gritar que não, mas as palavras se perderam na garganta. Eu estava hipnotizada, presa entre o terror e o instinto de sobrevivência. — Suba no sofá e empine a sua b***a para mim — Ele ordenou, com a sua voz não permitindo questionamento. A minha mente estava dividida entre o medo de desobedecer e o pavor da exposição. O pensamento de que algum funcionário poderia aparecer me consumia, mas, ainda assim, obedeci. Senti o líquido gelado da champanhe ser derramado sobre as minhas costas, escorrendo até a minha cintura e

