"Can e Samia reabrem agência "Gübre Fikir"

1006 Palavras
Can e Samia reúne todos os funcionários da agência "Gübre Fikir", para um comunicado inesperado) - Günaydin (bom dia). Como todos sabem a agência "Gübre Fikir", pertenceu ao meu pai, por 40 anos. Ela tinha sido aberta por Samia e vocês, no intuito de me fazer voltar a memória. - Memória essa que já voltou, nós já temos certeza Samia dá um t**a em Ceyhu. - Todos estão na sala de reuniões como pedi, Derya? - Sim Can. Mas o que fazemos hoje aqui? Você reuniu a todos para uma despedida? - Vamos ter uma festa?                     - Sim Ceyhu e após a festa, reabrirmos a agência. - Não estou entendendo... - Can já vai explicar Derya. Diz Samia com um sorriso. - Eu mudei de idéia Derya. Samia e eu, nós nos casamos em breve. Já que vou ser chefe de família agora, preciso ter além de residência fixa, um trabalho. Por isso, comunico a vocês que... Agência "Gübre Fikir" está voltando ao mercado, com a mesma qualidade e prestígio de antes. Todos felizes gritam e Mumu explode confetes. - Tem certeza Samia? A agência não vai ser mais fechada? - Não Derya, não vai fechar mais. - Fiquem todos tranquilos, pois pretendo seguir os passos, de meu pai Aziz e levar a agência, por mais uns 40 anos. Todos aplaudem felizes, Can beija Samia, Ceyhu liga o som e todos dançam em comemoração. Na casa de Nacit e Merve o papo corre solto, entre muitas risadas. - Alah, Alah... Ainda bem que vocês não se desfizeram da casa aqui do bairro. - Vocês pretendem ficar nela, não pretendem? - Ayla me convenceu, a passarmos uma temporada aqui no bairro. - Ozan vai filmar uma novela aqui em Istambul.  Merve e Ebru ficam contentes. - Também, nós só conseguimos vender o açougue, mas a casa ainda não apareceu comprador. - Aparecer, apareceu... Mas voltou atrás, aí resolvemos deixar a casa fechada, já que não tínhamos tempo, de vir aqui e logo começariam minhas filmagens. - Fiquei muito feliz, quando soube que veria, todos vocês de novo. Merve abraça-a Ayla. - Morri de saudades de vocês, do bairro, da Samia... Até do Mumu.    Todos riem quando Ayla fala de seu amigo Mumu. - Você superou filho? - O senhor diz o sentimento por Lale? - Sim... Você a esqueceu? - O que eu sentia por Lale, era algo puro de infância...mas já passou. - Já passou né irmão? Ozan agora está namorando Beyza, que significa "muito branca". Ela conseguiu ser mais branca que Lale "rainha da neve".    Todos riem. Na agência, Can e Samia vão almoçar. - Vem Samia, vamos almoçar.  Dão as mãos e caminham.  - Estou morrendo de fome.  Samia fala meiga, fazendo  biquinho. - Então vamos, antes que eu coma esse biquinho lindo!  Can aperta o biquinho com a mão. - Ai Can.  Ele dá beijinhos. - Já podemos almoçar Emin? - Estou esperando Lale. Pronto chegou. Vamos amor?    Lale chega à sala. - Vamos. Só fui pegar essa pasta de documentos, mas podemos ir. Lale pega o casaco e a bolsa e saem.  Ceyhu vem correndo pela agência.  - Samia adivinha quem voltou? - Estamos indo almoçar Ceyhu, depois você me conta.  Samia continua andando. - Ayla voltou... Ozan também.    Os quatro param ao mesmo tempo. - Ayla e Ozan? - Como você sabe disso Ceyhu? Pergunta Emin num tom preocupado - Ayla me ligou, ela está com Ozan na casa dos  pais de Samia e de Lale também. Can, com o cabo dos óculos na boca, olha para Samia, já Emin, põe a mão na cintura e olha pra Lale.  Ozan para m***r a saudade, passa pelas ruas do bairro cumprimentando os antigos vizinhos. - Como vai Ozan? Pergunta Sr.Hilal o nome proprietário do açougue. - Bem Sr. Hilal. Como vão as coisas no açougue? - Passei por um período difícil, esse ano que passou. - Mesmo? - A carne subiu absurdamente e as pessoas estavam preferindo comer aves e peixes. - Passei por isso várias vêzes. Mas sempre elas a comer carne outra vez, Sr. Hilal. - Evet. foi o que aconteceu. Mas me diga você está voltando aqui pro Distrito? - Evet. Vim a trabalho e pretendo ficar uns tempo. - Não vai querer me comprar o açougue de volta, não é mesmo? Ozan sorri e n**a com a cabeça. - Certamente que não. - Graças a Alah! Sr. Hilal estende as mãos para o céu em forma de agradecimento. Ozan sorri e Sra. Ebru chama-o. - Ozan , Ozan. - Prove esse tulumba. Está fresquinho, acabei de fazer. Tulumba lembra bastante o churros, mas na verdade esse doce é feito com massa de farinha de trigo não levedada que, em formato de bolinhas, são fritas e ensopadas no xarope.  - Dá água na boca, não? - Que delícia tia Ebru. - Lembrei que sempre fazia pra você e sua irmã. Ozan sorri. - Evet. Lembro que sempre fugíamos para sua casa para comermos tulumba, assim que o cheiro do doce nos alcançava. - Ayla não deixava que sobrasse um no prato. Ozan e Ebru caem na gargalhada ao lembrar de Ayla. - Minha irmã sempre foi  muito gulosa. - Eu amava que fosse, porque sempre gostei de uma segunda opinião nas comidas que fazia e tendo Ayla por perto tudo ficava  mais fácil. Em casa Ayla sorri ao olhar a casa, que tanto sentiu saudades nesses quase dois anos, que esteve fora. Era muito bom estar de volta pensou Ayla, que já não suportava mais tanta saudades de casa e dos amigos que havia deixado no Distrito. - Alô Ceyhu? - Ayla. - Podemos nos ver mais tarde na Costa. - Evet. Mais tarde te encontro na Costa então. - E o Mumu? - Falarei com ele. Assim que chegar. - Estou morrendo de saudades de todos. - Todos já sabem que você e Ozan voltaram. - E Samia? - Saiu para almoçar com Can, Lale e Emin. - Mais tarde falo com ela então. Gule Ceyhu. (Tchau Ceyhu)  
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