Capítulo 5

1685 Palavras
Grego Narrando — AMÉLIA! — Grito seu nome assim que coloco meus olhos nela, ela se assusta com o tom de voz e se afasta do 99 na mesma hora, limpa a boca e me olha apavorada. — p***a é essa c*****o! p***a é essa? — empurro aquele pivete pra longe dela, ele faz menção em correr mas pelo ele pelo pescoço e jogo na parede — Tu fica aí c*****o, assume a p***a dos teus b.o. — Grego, por favor..— Amélia tenta falar mas só mando um olhar pra ela. — Grego, por favor, Amélia? — olho pra ela aborrecido — Você tem quinze anos, cade tua postura c*****o? — A gente.. calma, a gente não tava fazendo nada de mais! Meu Deus, sangue sobe pra cabeça cara, da não. Criei essa mina praticante sozinho, e o pior não é nem tá querendo dá b****a nessa idade, é render pra envolvido, envolvido filha da p**a ainda por cima. — Qual foi, Amélia? — Kaique se aproxima, ela abaixa a cabeça — Tu sabe qual é o proceder contigo aqui dentro, tu sabe de quem é irmã. Me aproximo do 99 quando percebo que o pessoal tava percebendo o tumulto aqui, agarro sua face nojenta e olho nos seus olhos. — Tu sabe muito bem o que acontece com quem infringe lei aqui dentro não sabe? — Grego..— Amélia tenta mas aquela altura Barbara já se meteu e a levava pra dentro de casa. — Irmão, eu jamais..—99 tenta falar mas eu não sou oportunidade. — Lelê, leva esse cuzão pra a concentração. Maluco descobre até como se chora, vai pedindo perdão durante a saída. Assim que ele saí o pessoal começa a se aproximar, dentre eles avisto Kaliana de longe, ela me olha com certa curiosidade mas eu não dou atenção não, negócios a parte. Entro dentro da casa e vou atrás da Amélia, Kaique largou ela no quarto, assim que entrei no cômodo o vi passando um corretivo na menor com força. — Amanhã tu vai tá dada como vagabunda a rua e tua reputação pouca me importa, parada é que tu carrega meu nome e isso fica feio pra mim na banca, então começa a prestar atenção na tua conduta aqui dentro ou eu não vou poupar esforços pra te colocar na linha. Não preciso nem dá esporro depois dessa, a próxima ia levar um c****e bem levado pra parar de ser otária. Tem nem idade uma p***a dessa e quer sair por ai dando pra qualquer um, uma coisa é eu liberar ela pra curtir os bailes, bancar seus luxos e o caraio, outra é ela vir tirar onda com minha cara. Tô dormindo não c*****o. — Tu esquece qualquer rolezinho que tu pensou que ia dá esse final de semana, da escola pra casa sem neurose. — Ela não me olha quando me dirijo a ela — Espero que tu não dê dessas de novo, faço questão de te meter um c****e pra aprender a ter postura. — Também não é pra tanto né Grego? — Barbara se mete, como se ela tivesse alguma voz aqui dentro. Deixo o quarto após seus silêncio. Retorno pra o churrasco e abro uma nova latinha de cerveja. Encontro com a bonita lá na cozinha, tava procurando gelo no freezer toda a vontade. — Oi. — diz baixinho, se servindo com mais uma dose de gin. — E aí. — Amélia tá bem? — E iria tá m*l por que? — Vi a forma como tratou ela, ela parecia assustada. — Pra render pra bandido ela não teve medo. — retruco me aproximando, ela balança a cabeça. — Ela é só uma criança. — Entendo tua preocupação, mas ela tava em casa, beijando um menino que tem quase a mesma idade que ela. Dou risada com uma palhaçada dessa. — Não fode,Kaliana. Tu tem filha, se toca né cara? — Tu queria que fosse na rua? — Tu tá defendendo as safadeza de Amélia agora? Depois de saber muito bem como é a vida com esses tipinhos. — Nunca me envolvido com bandido pra saber. — Tua experiência com teu ex já não serve de algo? Ela fica aborrecida, fica visível na sua íris em chamas. — Deco te disse isso? Merda. Olho pra os lados, me repreendendo por ter a boca grande. — Deduzi. Ela balança a cabeça, está mais que aborrecida, pega seu gin e se vira pra mim. — Minha vida não é da tua conta. — desaparece da minha frente. Ela me ignora legal o resto do churras, enfia a cara na bebida e bebe com força viu, tem nem condição. Ficou umas três horas só botado pra dentro, não saia do lugar e eu tava só de olho nela e ela em mim. Por volta das nove ela se levantou, fez uma média em pé e guiou Kalicia pra dentro de casa. Fiz uma média ali, comi uns espetinhos e bebi mais umas duas garrafas antes de entrar em casa. Meu instinto de ver essa mulher me guia até o cômodo de cima, sigo até o quarto das duas e encontro a porta entreaberta. Kaliana esta deitada com Kalicia e acaricia seus cabelos enquanto cantarola uma música infantil. Me encosto no batente ali e fico observando as duas. — Vejo enfim a luz brilhar, já passou o nevoeiro.. — ela canta e esfrega os cabelos da filha, uma caricia que faz a pequena adormecer facilmente. Acompanho com o olhar ela deslizar pra fora da cama sem acordar a filha, ajeita o edredom em cima do corpo dela e vem em direção a saída, só me avista quando olha na direção da porta. Quando passa por mim, puxa a porta atrás de si e se encosta na madeira, o cheiro do álcool está visível. — Tá me perseguido agora? — Bebida sumiu pra cabeça, sabe como é.. fico com vontade. Ela abaixa o olhar, tenta disfarçar o sorriso que aparece em seus lábios mas não consegue. Olho pra o final do corredor e volto o olhar até ela, me aproximo e ela fica em alerta com a possível aproximação. — Nem tenta. — Tentar o que? Vem cá.. — O que te faz pensar que eu ficaria contigo? Deco não iria passar batido, ficar contigo não vale a pena minha paz. — Tu tem certeza? Qual foi Kaliana, n**a pra si mesma mas pra mim não. Ela da ar de riso. — Teu ego ultrapassa teu tamanho, abaixa a bola. — n**a pra mim então. — deslizo a mão na sua nuca e encosto meu corpo no seu, a puxada de quadril é o suficiente pra ela rolar os olhos nos meus braços. Ela sentiu o produto e sabe que trabalharia bem com ele. — E essa consideração que tu tem com os irmãos? Calo a boca dessa maldita com um beijo, tava sem cabeça já e não gostava de passar vontade. O beijo é quente, a safada nem n**a que não quer, beija de volta e ainda me puxa pra perto, esfregando as mãos nas minhas costas e os caraio. Pilantra demais véi, tem nem condição essa mulher aqui. Ela transfere seus lábios até o meu pescoço quando ouço um ruído vindo da escada, ela lambe a região e isso era uma parada que eu não curtia mas irmão a forma como ela faz me deixa todo arrepiado, no papo. — Qual foi, Kali, perai...— ouço risadas, afasto a mulher mas ela vem pra cima com desejo, ô meu caralho.. — Se esse p*u no cu tiver dando ideia em mulher em quarto de hóspedes eu juro que...— Mari, p***a véi, sempre dá dessas caraí. Empurro Kaliana pra dentro de um dos quartos de hospedes, encosto a porta atrás dela e a encontro contra a madeira, a maldita abre um sorriso e me trás pra perto, buscando minha língua com a sua. A beijo de volta, arrasto as mãos pelos seu corpo enquanto a beijava, transmitindo todo o desejo que sentia ao beijar sua boca. - P ensa no Déco! No deco. Você não pode comer a irmã dele! - Não dá! - Digo - Eu não vou te obriga a transa comigo nem nada, so dorme aqui! - Ela me empurra na cama - Se você sair eu quebro sua cara! - Diz indo desliga a luz meio tonta ainda mais pra acha o interruptor, ela abre a sacada e a lua ilumina um pouco o quarto. Ela deita do meu lado e se cobre - A Kaliana que me odeia vai surta se acorda e eu tiver aqui! - Digo - f**a-se eu não ligo pra ela! - Ela é você! - Cala boca amorzinho é dorme! - Diz colocando a mão em meu peito e a perna em cima da minha - Dorme caladinho! - Diz e leva sua mão até em cima da minha calça e aperta meu p*u que estava ereto a um bom tempo, ela desabotoa minha calça - Kaliana.. - Rosno seu nome - Vai ser rapidinho! - Ela tira minha arma da cintura, Eu a pego colocando embaixo do travesseiro, ela pega meu p*u de dentro da boxer e começa a b*******a - Bem grande é grosso, adoro - Ela beija meu pescoço Meu deus que mulher de atitude do c*****o. Fecho meus olhos enquanto ela faz coisas sensacional com aquela mão. Ela passa a unha de leve e eu solto um gemido rouco. - Isso geme pra mim! - Diz acelerando os movimentos, pouco tempo sinto que vou gozar é solto uns gemidos roucos assim que o orgamos vem em jatos fortes. Kaliana vai desacelerando os movimentos assim, ela guarda meu p*u dentro da calça eu tiro minha camisa e me limpo. Ela apoio a mão em meu peito e estrelaça nossas pernas e assim dorme. Ela, porque eu me recuperava do orgasmo que acabei de ter, e me segurei pra não coloca ela de quatro e f***r ela até ela implora pra mim parar. Mais deixa essa parte pra o meu sonho.
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