Susan tentava inutilmente controlar a crise de pânico que crescia dentro dela. Era bem o momento pra isso, ouvia gritos barulho de água, o que indicava que estava próximo do rio. O ar lhe faltava e o coração parecia querer saltar do peito, seu corpo todo tremia, o que mais parecia querer dilacerar o ferimento em suas costas. Sua mente dava voltas entre o passado e o presente e não conseguia se concentrar. Lembrou de Sam dizendo que nesses momentos de total falta de controle ela devia se concentrar nele. E sua voz a traria de volta. Neste momento era difícil confiar, até mesmo manter a esperança, mas se apegava com tudo que tinha a voz de Sam lhe dizendo: "Bia, fique comigo, fique comigo." — Então o que temos aqui?— Aquela voz não podia ser, não faz isso comigo, não por favor. — A traid

